20 de novembro de 2019
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Demissões no Sebrae são vistas como retaliação política

Publicado por: Rubens Salomão | Postado em 20 de novembro de 2019
Venceslau Pimentel

A passagem do professor Leonardo Guedes, pelo Sebrae Goiás, ainda repercute na entidade. Empossado no cargo de diretor-superintendente, em janeiro passado, ficou no comando por apenas cinco meses, período em que efetuou medidas que desagradaram funcionários. O processo de reestruturação organizacional que implantou nesse período custou o emprego de muitos trabalhadores, alguns deles com mais de 20 anos de casa. Com isso, ele ganhou a antipatia de parte do corpo diretivo e de demais colaboradores, conforme relatos. As demissões se deram sob o argumento de corte de despesas. Para os mais de 30 demissionários, a medida teve conotação política, pela ligação do grupo com gestões passadas. Guedes deixou o Sebrae alegando incompatibilidade com a carreira acadêmica.

Sem toxinas

Em carta dirigida aos colegas do Sebrae, Leonardo Guedes diz ter compartilhado pensamentos na busca do melhor clima organizacional, “uma organização desintoxicada, pragmática e assertiva”.

Especulação

Tem deputado goiano na bolsa de apostas sobre a permanência, ou não, do ex-juiz federal Sergio Moro, no Ministério da Justiça. E agora ganha novo ingrediente, com o pedido de “férias” de uma semana que ele vai tirar em julho.

Quieto e mudo

Sobre o pedido de afastamento temporário, Moro não se manifestou. Nem pelas suas redes sociais. Retuitou entrevista que concedeu comentando sobre a Operação Barão Invisível.

Combate

O deputado federal Rubens Otoni (PT) repercutiu em suas redes sociais declaração de Jair Bolsonaro sobre trabalho infantil. Para o petista, essa prática deve ser combatida e não promovida, como faz o presidente.

Linha de frente

Em defesa de Bolsonaro, o deputado Major Vitor Hugo (PSL) diz que parte da imprensa quer polemizar sem motivo. Reitera que o posicionamento do presidente é franco e sincero.

Buracos da corrupção

Sobre a condenação de 11 empresas por cartel em obras no metrô de São Paulo, o promotor de justiça Fernando Krebs fez uma observação: “Antes não víamos isso”. E lá se foram milhões de reais buraco a baixo.

No cofre

A Câmara de Goiânia aprecia hoje, em votação definitiva, o projeto de lei de Diretrizes Orçamentária da prefeitura, com as emendas acatadas pelo relator Jair Diamantino (DC). Em 2020, o prefeito Iris Rezende vai administrar um orçamento de R$ 5,7 bilhões. Essa é a projeção.

CURTAS

- Com a presença de Ronaldo Caiado, Emater lança hoje aplicativo voltado ao produtor rural de Goiás, às 9 horas, na sede da Secretaria da Agricultura.

-A rejeição de um projeto, na Câmara dos Deputados, que previa destinação de dinheiro na recuperação de rios, pode atingir o Rio Araguaia.

- Com estados e municípios praticamente fora da reforma da Previdência, Goiás se movimenta para apresentar estudo sobre o tema.

 

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