13 de novembro de 2019
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Talles adianta campanha e rejeita retorno de José Eliton

Publicado por: Rubens Salomão | Postado em 13 de novembro de 2019
Parlamentar admite o massivo desgaste do partido, principalmente por conta da gestão estadual pessimamente avaliada nas urnas e os tantos processos na Justiça contra o maior líder da sigla, Marconi Perillo

O líder do PSDB na Assembleia Legislativa, Talles Barreto, já trabalha na busca por estrutura política e discurso para a disputa da eleição à prefeitura de Goiânia em 2020. O parlamentar admite o massivo desgaste do partido, principalmente por conta da gestão estadual pessimamente avaliada nas urnas e os tantos processos na Justiça contra o maior líder da sigla, Marconi Perillo. Contra os problemas, Talles busca se descolar e critica a falta de envolvimento de possíveis pré-candidatos alternativos, como o ex-governador José Eliton, que teria mostrado intenção de entrar na disputa. “Qualquer outro nome deve ficar à vontade para disputar dentro da convenção do PSDB, inclusive o José Eliton. Vou estar à disposição, mas não vejo os outros trabalhando em relação ao partido”, afirma Talles. Avaliações internas, com pesquisas qualitativas, mostram o óbvio: Eliton garantiria nova derrota.

Propostas

Apesar de rejeitar nomes do passado recente do PSDB, Talles esboça estrutura discurso de campanha em torno do que chama de “legado do tempo novo”. Cita, principalmente, os programas sociais dos últimos 20 anos.

Ponta de faca

O líder tucano ainda enfrenta o árduo desafio de criticar a gestão de Iris Rezende e alega que as tantas obras realizadas na cidade não passam de trabalhos “eleitoreiros”. Foca também em propostas para Saúde e Transporte Coletivo.

Histórico

Desgaste político à parte, o PSDB não chegou perto de eleger o prefeito de Goiânia em 20 anos de hegemonia. A última candidatura própria foi de Lúcia Vânia, em 2000.

Sem afobação

O presidente da Câmara federal, Rodrigo Maia (DEM-RJ), tem Congresso nome no jogo de 2022, mas cobrou “mais responsabilidade” dos pré-candidatos à sucessão do presidente Jair Bolsonaro. Disse que ninguém sobrevive a três anos de campanha.

Calma aí

“Não está na hora de tratar de eleição. Isso é um suicídio coletivo”, afirmou Maia ao Estadão. Nos bastidores, porém, o deputado se movimenta para organizar a centro-direita em torno de uma agenda liberal com postura menos radical.

Plim Plim

Maia conversa com vários outros prováveis concorrentes ao Planalto, como o apresentador de TV Luciano Huck e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB).

Por aqui

A pressa sobre 2022 também marca articulações em Goiás. Não foi surpresa nesta Coluna o acordo entre Lissauer Vieira e o governador Ronaldo Caiado para candidatura a deputado federal na Região Sudoeste do estado.

Combinado

Como antecipado aqui, reunião no Palácio das Esmeraldas adiantou união dos grupos para a reeleição de Lissauer na presidência da Assembleia Legislativa e de Paulo do Vale, na prefeitura de Rio Verde no próximo ano.

CURTAS

- A UFG assinou acordo com a Universidade de Hebei, da China, para criar o Instituto Confúcio de Medicina Chinesa.

- O instituto prevê disponibilização de aulas de mandarim, cultura chinesa e medicina tradicional chinesa.

- Relatório do Sínodo dos Bispos sobre a Amazônia, apresentado ao Papa Francisco, abre chance para padres casados.

 

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