12 de setembro de 2020
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Paulo Guedes tenta acalmar ânimos e reforça trabalho de articulação de Caiado

Publicado por: Rubens Salomão | Postado em 12 de setembro de 2020
Resta ainda saber de que maneira o debate sobre tributação de combustíveis será apresentado na já polêmica reforma| Foto: Divulgação

Ao atender chamado de Ronaldo Caiado (DEM), o ministro da Economia, Paulo Guedes, tratou de reforçar trabalho de articulação realizado pelo goiano junto ao conjunto dos governadores, depois do desafio proposto pelo presidente Jair Bolsonaro. Convocar gestores estaduais a zerar o ICMS sobre os combustíveis atiçou a massa nas redes sociais e, como informado aqui, até Caiado, aliado de primeira hora, passou a ser cobrado por bolsonaristas. O economista mudou a agenda para participar de reunião ontem em Brasília por pedido de Ronaldo e atuou como cavalaria, já que o governador figurava isolado diante da impaciência dos colegas. “Minha sugestão é que esse episódio se transforme em mais uma alavanca para o pacto federativo e a reforma tributária. Tenho certeza que, quando ele (Bolsonaro) falou, disse como uma reflexão sobre os impostos estarem altos”, acalmou o ministro.

Incógnita

Resta ainda saber de que maneira o debate sobre tributação de combustíveis será apresentado na já polêmica reforma. E ainda se a proposta do Planalto incluirá mesmo redução das contribuições federais.

Marcou posição

Em ataque a Bolsonaro, o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), afirmou: “não podemos deixar de registrar a maneira indevida e irresponsável do debate posto pelo presidente da República”.

Calma lá

“Eu não posso dizer que o presidente é irresponsável”, rebateu Guedes. “O senhor não pode, mas nós podemos, porque estamos apanhando há 15 dias”, emendou Ibaneis.

Mais tempo

O Supremo Tribunal Federal (STF) retirou de pauta na última semana a ação direta de inconstitucionalidade que questiona lei goiana que permite exploração do amianto em Minaçu. Processo ainda com o relator Alexandre de Morais.

Estamos juntos

Avaliação interna no governo é de que o governador sancionou a lei sabendo da provável derrubada na Justiça. É que, apesar da derrota formal, seria importante manter discurso político de defesa dos empregos na região.

Em tempo

A Agência Nacional de Energia Elétrica não vai se manifestar ainda sobre o relatório que detalha o atendimento a metas pela distribuidora Enel em Goiás. A reguladora aponta que o documento “ainda está em fase de avaliação”.

Sem chance

Já a multinacional italiana, voltou a confirmar que não tem interesse em vender a concessão da antiga Celg-D, como repetido por Caiado. Ao Valor, o governador voltou a defender a entrada de outra empresa.

Convence?

“Reafirma compromisso de trabalhar pela recuperação do sistema elétrico, após anos de baixos investimentos do período estatal”, afirmou a Enel, em nota.

CURTAS

- Vanderlan Cardoso fez as contas e passou a defender nas redes litro da gasolina por máximo de R$ 3,20 nas bombas.

- O valor seria possível, diz o senador, se os tributos passarem a ser cobrados sobre o preço na refinaria e não o final.

- Eurípedes do Carmo (Agehab) avaliará com o governador a possibilidade de disputar a prefeitura de Bela Vista. 

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