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FIEG cobra equilíbrio de Caiado sobre isolamento

Publicado por: Rubens Salomão | Postado em 10 de julho de 2020
Presidente da entidade, Sandro Mabel, critica a falta de ajuda do poder público aos trabalhadores, que inevitavelmente precisarão buscar fontes de renda| Foto: Divulgação

A Federação das Indústrias do Estado de Goiás (FIEG) apresentou ontem à Secretaria de Saúde plataforma elaborada pelo Fórum Empresarial para viabilizar o “retorno responsável” das atividades econômicas. O aplicativo permite que o governo abra comércios onde não há registro do novo coronavírus, ou feche a qualquer momento se houver casos confirmados. Empresários negociam com a gestão de Ronaldo Caiado a flexibilização do decreto de isolamento social, que vence sábado (4). “O governador é médico e agora ele precisa pensar com a cabeça de governador, geral. Ou seja: tanto um lado quanto outro, com equilíbrio. A manutenção da vida é importantíssima, mas o problema é que as pessoas vão precisar sobreviver”, afirma Sandro Mabel. O presidente da FIEG critica a falta de ajuda do poder público aos trabalhadores, que inevitavelmente precisarão buscar fontes de renda.

Comparação

Mesmo questionado sobre o plano apresentado pelo governo federal e ajudas estaduais, Mabel afirma que os auxílios não representam solução real. “As pessoas não sobrevivem com isso e elas começam a sair”.

Pela ordem

O aplicativo de monitoramento elaborado pelo setor produtivo já havia sido apresentado à secretária de Economia, Cristiane Schmidt, e depois encaminhado à Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Inovação (Sedi).

Respirador

“Ninguém aguenta sem salário, desempregado, com empresas fechando. Precisamos colocar no respirador os doentes, mas também as empresas e o emprego”, diz Mabel.

Sem conversa

A Procuradoria-Geral do Estado (PGE) tem se manifestado de forma rígida em relação aos decretos municipais de pipocam no estado para a retomada imediata dos trabalhos no comércio e indústrias.

Predominância

“O decreto vale em todo Estado, isso é indiscutível. O prefeito não pode regulamentar a reabertura do comércio sob pena de inviabilizar a contenção da covid-19”, define a procuradora Juliana Prudente.

Fundo mantido

O Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) suspendeu liminar que obrigava a Presidência da República e o Congresso Nacional a deliberar sobre alocação dos recursos do Fundo Eleitoral para o combate ao coronavírus.

Independência

A decisão atendeu recurso da Advocacia Geral da União (AGU) e toma como base a separação dos poderes para manter a previsão de R$ 2 bilhões para partidos políticos na eleição municipal ainda prevista para outubro.

Inviável

A Fecomércio-GO ameaça fechar 17 unidades do Sesc e do Senac em Goiás. É que medida provisória define corte de 50% na arrecadação compulsória do sistema S.

CURTAS

- O impacto da MP ainda abrange redução de cerca de 67 mil atendimentos. O prejuízo estimado é de R$ 25 milhões.

- O Instituto Tecnológico (Itego) iniciou nesta semana aulas on-line na unidade Maria Sebastiana da Silva, em Porangatu. 

- O primeiro evento on-line sobre negócios de moda no Centro-Oeste, o Mega Fashion Business, inicia hoje as transmissões.

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