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Base caiadista estabelece meta para eleição de 180 prefeitos

Publicado por: Rubens Salomão | Postado em 11 de agosto de 2020
“Dou como exemplo algumas das maiores cidades do estado como Anápolis, Goiânia, Catalão e Rio Verde, onde já houve trabalho para a união”, diz o deputado Bruno Peixoto (MDB), líder governista na Assembleia Legislativa - Foto: Reprodução.

Rubens Salomão

Com núcleo formado por DEM, Progressistas (PP), Podemos, PSC e PRTB, a base do governador Ronaldo Caiado (DEM) pretende eleger 180 prefeitos nas eleições marcadas para novembro. A meta para o pleito, com lista de partidos protagonistas no processo aliado de articulação municipal, foi confirmada pelo líder governista na Assembleia Legislativa, Bruno Peixoto (MDB), que se baseia em cálculo feito por deputados caiadistas. “Esses e outros partidos estão atuando nas cidades com o projeto de coalizão”, afirma o líder, ao garantir que o trabalho busca a união das siglas, apesar das novas regras eleitorais, sem coligações proporcionais, que forçam os partidos a lançarem projetos próprios. “Dou como exemplo algumas das maiores cidades do estado como Anápolis, Goiânia, Catalão e Rio Verde, onde já houve trabalho para a união”, define o líder caiadista na Alego.

Caiado fora

Apesar da busca por unidade, Bruno admite que, em várias outras cidades, o racha interno será inevitável e que, nestes casos, o trabalho é para que Ronaldo Caiado não tome partido entre qualquer candidato da base.

Como é?

“Vamos trabalhar para que haja a junção e, se houver disputa entre dois partido da base, vamos pedir ao governador que não se envolva”, conta Bruno.

Agenda

“O governo atua fortemente no combate à pandemia, com regionalização da saúde, e ao mesmo tempo atua na área política. A agenda política do governador faz parte do cotidiano”, ressalta o líder, sobre a presença do governador nas conversas.

Poder estadual

O presidente do STF, Dias Toffoli, negou pedido de municípios de Minas Gerais que insistem em descumprir medidas de restrição e isolamento social determinadas em decreto do governo estadual no combate à pandemia.

Autonomia

Para Toffoli, o poder de decretos municipais não se sobrepõe à “preservação da ordem jurídico-constitucional instituída pelos governos estaduais”. Enquanto isso, em Goiás, o estado prefere não judicializar decisões divergentes de prefeitos.

Exemplo

O município de Sete Lagoas recorreu de decisões do TJMG e apresentou capacidade hospitalar satisfatória, com potencial ampliação de leitos de UTI, e argumentou que a obrigação constitui “grave lesão à ordem administrativa, política e jurídica”.

Verificado

A Controladoria-Geral do Estado (CGE) analisou procedimentos de compras e contratações que somaram mais de R$ 4 bilhões no primeiro semestre de 2020, e gerou economia de R$ 226,8 milhões - 5,6% do valor total.

Emergencial

Entre março e junho, foram inspecionados 106 processos emergenciais para combate ao coronavírus (R$ 446 milhões) e recomendações economizaram R$ 35,5 milhões. 

CURTAS

- O parecer das contas de 2019 do governo estadual será apreciado segunda-feira (13) pelo plenário virtual do TCE.

- A conselheira Carla Santillo foi sorteada para a relatoria e, depois do Pleno, o julgamento caberá à Assembleia Legislativa.

- Setor de serviços em Goiás tem leve recuperação de 2,2% em maio, mas registra queda acumulada de 8,2% em 2020.

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