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Cidades
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12/10/2017 | 06h00
Roupas leves no trabalho aliviam o calor
Vestir bermuda no trabalho pode gerar mais conforto aos profissionais. Calor segue intenso em Goiânia, mesmo após poucos dias de chuva

Wilton Morais*


A previsão do tempo para está sexta-feira (13), em Goiânia, pode chegar até 38ºC a máxima e 20ºC a mínima, conforme o portal Clima Tempo. Não há previsão de chuva. O clima da cidade, já reflete o calorão. Com o tempo seco, algumas empresas optam por permitir que seus funcionários trabalhem com roupas mais leves, como no caso de algumas empresas no ramo da informática, e outras como os Correios.

Em uma empresa em Goiânia, a inovação é desde 2015. Quando houve na cidade uma onda de calor mais intensa. “Inicialmente, era permitido somente nas sextas-feiras, mas decidimos expandir para os demais dias da semana. À final, em Goiânia, todos os dias são de calor”, disse a diretora executiva da empresa, Kátia Monteiro.

No local foi preciso definir alguns critérios para a utilização das roupas leves. “Para os homens, permitimos a utilização de bermudas mais coorporativas. Já para as moças liberamos uma roupa mais leve, nada de terninho. Seria algo mais descontraído”, disse Kátia.

Além das roupas, na copa da empresa, um freezer auxilia na venda de picolés para os funcionários. “Funciona como uma autovenda. Compramos e revendemos a um preço, praticamente de custo. O colaborador pega o picolé e ele mesmo coloca o dinheiro na caixinha”, explica a diretora. “O único problema que temos é a falta de troco. Mas, hoje o colaborador coloca R$ 5 e amanhã ele coloca apenas R$ 1, para o picolé que possui valor de R$ 3”, complementou Kátia.


Agrado 

Clayton Moreira é analista de sistema, e trabalha na empresa há cerca de três anos. Para o colaborador, a diversão é ir apenas de bermuda. “Só não venho assim quando tenho que visitar outros clientes”, disse. Sobre o picolé, Clayton avaliou como positivo a possibilidade da autovenda. “Por restrições médicas eu não estou podendo chupar picolé. Mas quando eu podia, era ótimo. Uma pena que tenho que evitar”, considerou.

A analista de talentos humanos, Karla Turra, não costuma ir para o trabalho com roupas mais leves. Porém, ao receber a reportagem, o perfil do dia de Karla era vestimentas com tecidos mais leves, e rasteirinhas. “Hoje de manhã (quarta) eu sai de casa, o tempo estava muito quente, acabei vindo com roupas mais leve. Aqui na Máxima Sistemas, esse perfil permite que a gente trabalhe de forma mais tranquila, e sem exagero. Fui ao banco, hoje, temperatura totalmente diferente. Muito calor”, considerou.

Leonardo Prado é coordenador na empresa. Há mais de dois anos e meio, ele considera a inovação ao permitir as vestes mais leves no ambiente de trabalho. “A empresa onde eu trabalhava antes não tinha esse tipo de preocupação, desde o bem estar do funcionário, e até uma sala climatizada. Aqui eu tenho essa liberdade, e isso aumenta o nosso bem-estar”, avaliou. Além disso, Leonardo ponderou que a liberdade, tem permitido controlar a ansiedade. “Sinto-me mais livre, despojado, e menos preocupado. Isso deve virar tendência, principalmente em empresas de tecnologia”.

No Rio de Janeiro, os advogados foram liberados do uso de paletó e gravata, no ano passado, devido ao calorão. Em Goiânia, para este ano, não há solicitação da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-GO) que permita o uso de roupas mais leves para aliviar o calor no trabalho dos advogados. 

Horário de verão começa neste fim de semana 

Neste domingo (15), os goianos terão que adiantar os seus relógios por uma hora. O horário de verão irá até o dia 17 de fevereiro do ano que vem. O horário começa logo na primeira hora do dia. Já na meia-noite de sábado (14), os moradores de 10 estados e do Distrito Federal devem realizar os ajustes no relógio.

O ajuste valerá para as regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste, do Brasil. A mudança contempla os Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, além do Distrito Federal.

Fim do horário

Ainda este ano, o Governo Federal avaliou a possibilidade de acabar com a mudança de horário, após o Ministério de Minas e Energia indicar que o programa vem perdendo efetividade. Um estudo do ministério havia revelado que a intensidade de consumo de energia elétrica estava mais ligada à temperatura do que ao horário. Considerando, portanto, horas mais quentes do dia.

Em Goiás, em setembro, os deputados aprovaram o fim do horários de verão. Porém, o governador Marconi Perillo (PSDB) vetou a proposta, que ao voltar para a Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) não teve forças para tornar realidade. (Wilton Morais é integrante do programa de estágio do Jornal O Hoje, sob orientação do editor de Cidades Rhudy Crysthian) 

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