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Cidades
Investigação
23/10/2017 | 17h30
Presidente do Sindicato dos Farmacêuticos é acusada de enriquecimento ilícito
Denúncia foi feita em julho de 2017. Crimes de improbidade administrativa e prejuízo ao erário também fazem parte da acusação do Ministério Público

Após investigações, o Ministério Público (MP) acusou a presidente do Sindicato dos Farmacêuticos de Goiás, Lorena Baía, e a tesoureira do mesmo órgão, Mirtes Bezerra, de cometer crimes de enriquecimento ilícito, improbidade administrativa e de causar prejuízo ao erário. A denúncia foi feita pelo ex-presidente do sindicato e acatada pelo MP em julho deste ano.

Segundo o Ministério Público, Lorena Baia usou dinheiro do sindicato para pagar despesas da Chapa 3 para campanha do Conselho Regional de Farmácia de Goiás (CRF-GO) em 2013, quando era candidata a vice-presidente. As Notas fiscais e orçamentos da gráfica Art. 3 encontrados pelo MP e emitidas em nome do órgão, constam a descrição na confecção de adesivos explícitos de campanha da Chapa 3.

Todos os documentos da campanha, emitidos pelas gráficas supracitadas, são assinados por pessoas envolvidas com o sindicato. O processo já está em curso desde antes do início do seguimento eleitoral. Lorena Baia pediu que o Ministério Público corresse o processo em sigilo até 15 de novembro, contudo, o MP enviou o caso ao juiz de Direito sem a prerrogativa de sigilo. 

Foto: Alex Ferreira

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