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Cidades
Prevenção
12/01/2018 | 16h51
Canteiros de obras adotam ações de combate à dengue
Com mais de 30 mil casos da doença notificados em Goiânia ano passado, medidas para prevenir focos de proliferação do Aedes aegypti são intensificadas pela prefeitura e construtoras

Numa tentativa de evitar o aumento do número de casos de doenças como dengue, zika e febre chikungunya na capital, a Prefeitura de Goiânia realizou vistoria em cerca de 27 mil imóveis de todos os bairros do município até nesta sexta-feira (12). O objetivo é identificar áreas com maior quantidade de focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor dessas doenças, e guiar ações de combate. Medidas preventivas para evitar acumulo de água em possíveis criadouros do inseto já são realizadas por empresas do ramo da construção civil nos canteiros de obras.

Na Opus, é feito o recolhimento dos resíduos para evitar que cheguem ao aterro sanitário, onde há risco de virarem criadouros do mosquito. A construtora possui, ainda, dois colaboradores treinados pelo Serviço Social da Indústria da Construção no Estado de Goiás (Seconci), especializados no combate ao Aedes aegypti. Estes profissionais fazem um check list semanal nas obras para indicar os pontos de foco e providenciar a eliminação da água parada. “Além disso, anualmente um funcionário da Secretaria de Saúde ministra treinamento e conscientiza todos os colaboradores”, informou a supervisora de segurança do trabalho da Opus, Adriana Garcia da Silveira.

O engenheiro civil responsável pela Oliveira Melo Construtora, Ulisses Ulhôa, também atribui ao trabalho em equipe o sucesso das ações preventivas, que precisam de adesão de todos os funcionários da obra. “Desse modo, caso seja encontrado alguma área com água parada, jogamos o produto químico específico para evitar a proliferação do mosquito”, explicou.

Para a supervisora de Segurança do Trabalho da EBM, Francisca Silva, a prevenção é primordial. A empresa adere a um formulário de controle interno que possui itens como manter tampados caixas d'água, tambores e outras superfícies, jogar cloro granulado onde é necessário ter água parada e proibir que qualquer material seja protegido com lonas, sendo o correto, tendas. “Temos um colaborador treinado, chamado dengueiro, que é o maior responsável por garantir a eficiência do combate ao Aedes aegypti nas obras”, contou.

Essas intervenções devem fazer parte da rotina diária dentro dos canteiros de obras. O mosquito se reproduz em água parada, não importa a quantidade, assim, as ações preventivas não deixam de ser regulares durante o período seco e se intensificam no verão, devido à grande quantidade de chuva nesse período.

Estatísticas

Segundo informações da Prefeitura de Goiânia, em 2017 foram notificados 33.580 casos de dengue no município, com registros de 15 mortes em decorrência da doença. De chikungunya foram notificados 85 casos na capital.

(Assessoria)

Foto: reprodução 

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