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Cidades
Saúde
13/06/2018 | 16h45
Aumenta o número de mortes por H1N1 para 62 no Estado
Goiás representa 25% dos casos registrados no País. Brasil registra 374 mortes. Campanha de vacinação segue até sábado (15)

Campanha de vacinação em Goiás segue até sábado (Foto: Reprodução)

Guilherme Melo

O último boletim divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde do Estado de Goiás (SES/GO) informa que o caso de mortes pelos vírus da gripe H1N1 subiu de 52 para 62, em 2018, no Estado. Contendo dados atualizados de 4 de junho, o boletim informa que os dados divulgados representam 25,5% do total de óbitos em todo o Brasil, que é de 374 mortes.

O boletim ainda informa que, no Estado, outras cinco pessoas morreram vítimas de H3N2, uma mutação do vírus Influenza e pela Influenza B. Além de Goiânia, com o maior número de H1N1, (54), aparece Trindade (20), Rio verde (5), Aparecida de Goiânia (17), Jataí (3) e Anápolis (13). A campanha de vacinação para todos, que teve início dia 3 de junho, segue até sexta-feira (15), priorizando crianças e grávidas.

Em Goiás está registrado, segundo a SES/GO, 374 casos de infecção por H1N1, outras 41 por H3N2, três por Influenza B e uma por Influenza A não subtipado. Mesmo com a quantidade de casos, a gerente de imunização da Secretaria de Saúde de Goiânia (SMS), Grécia Pessoni, informa que o pior momento já passou. "Nós não estamos mais em risco de epidemia, uma vez que a gente vacina grande parte da população. Mesmo que seja apenas pessoas do grupo de risco, a circulação viral diminui bastante", pontua.

Vacinação

Segundo informações da SES/GO os grupos de riscos, como crianças de seis meses à cinco anos de vida e as gestantes, ainda não atingiram a meta de vacinação. Em média foram imunizados 86,83% (crianças) e 81,61% (gestantes). Para o grupo de risco a campanha teve início dia 13 de abril e terminaria no último dia 1º. Porém foi estendida pelo Governo Federal até dia 15 de junho, sábado. Lembrando que a vacina, também, protege contra H3N2 e Influenza B. 

O público-alvo da campanha de vacinação são crianças entre seis meses e cinco anos, gestantes, puérperas, pessoas com 60 anos ou mais, indígenas, trabalhadores da saúde, professores, portadoras de doenças crônicas não transmissíveis, funcionários do sistema prisional e adolescentes e jovens entre 12 e 21 anos que cumprem medida socioeducativa ou estão presos.

Segundo Grécia, por conta do aumento da procura, a população em geral não deve ter acesso às vacinas.  "Nos outros anos acabava sobrando vacina, porque as pessoas do grupo de risco não procuravam, mas esse ano isso foi diferente. Então como essas pessoas procuraram a vacina, não vai sobrar doses para a população geral", explica.

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