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Cultura
Cinema
11/10/2017 | 06h00
VIII FestCine apresenta mostra ‘Ricardo Edilberto’
Ricardo Edilberto participou como roteirista em produções de outros diretores, com destaque para o projeto Seiva Brasil (Melhor Filme Goiano no III Fica)

Três filmes do diretor Ricardo Edilberto estarão na mostra especial do VIII FestCine Goiânia, nesta quarta-feira (11),  às 20h, no Centro Municipal de Cultura Goiânia Ouro. Serão exibidos A Onça da Mão Torta (Melhor Direção de Arte no Prêmio ABD-GO, durante o V Fica), Canto do Rio – Uma convivência Pós-Várzea (Melhor Filme – Júri Popular Mostra Nacional 2016 – no Favera) e o documentário 5º Juriti (festival criado pelo próprio diretor há 25 anos).

Ricardo Edilberto participou como roteirista em produções de outros diretores, com destaque para o projeto Seiva Brasil (Melhor Filme Goiano no III Fica). Além de cineasta, Ricardo é jornalista, publicitário e produtor cultural. Profissionalmente, ele costuma se definir como “jornalista de formação, publicitário de ganha-pão, cineasta e produtor cultural de coração”.

Os filmes a serem exibidos compõem um tripé de realizações que refletem sua paixão pela sétima arte, a comunidade onde viveu da infância à juventude, e a luta pela promoção de expressões culturais, que encampa desde 1993, quando foi um dos criadores do Juriti – Festival de Música e Poesia Encenada. O filme 5º Juriti (2017) aborda a origem e o resumo deste evento, que está com a 6ª edição prevista para março de 2018 sob sua coordenação e da produtora Lara Morena.

“O Festival Juriti surgiu da necessidade de convivência do Crimeia Leste” revela o diretor. Ricardo diz que ele e o amigo Cláudio Elias tiveram a ideia, porque cresceram, no Crimeia, vivenciando a algazarra decorrente de um campeonato de futebol de várzea, na praça central do bairro. 

O período anterior ao festival é o tema de seu outro filme Canto do Rio – Uma Convivência Pós-Várzea (2016), produzido pela Caolha Filmes e co-dirigido com seu irmão, João Gilberto. Neste, Ricardo promove o reencontro de alguns jogadores que viveram o período do campeonato local, 25 anos após a transformação do campo em praça. “Foi tudo muito intenso, pessoas que não se viam há anos relembrando, debatendo, podendo falar de suas frustações de coisas que estavam engasgadas”.

Já A Onça da Mão Torta (2003) não fala especificamente do Crimeia Leste, “apesar de conter referências, como o ambiente roceiro que lembra a vida de meus pais antes de chegarem a Goiânia e o nome de cachorros que tive na infância, o Nique, o Japi e o Peri”, ressalta. A Onça da Mão Torta é a história de uma onça assombrada, uma lenda goiana ilustrada em animação stop motion com bonecos de palha.


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