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Cultura

A ‘capital verde’ da Europa

Postado em: 17-06-2019 às 06h00
Conheça destinos sustentáveis da Noruega, cujo território é repleto de florestas e parques

SABRINA MOURA*

A capital da Noruega, Oslo, é uma cidade moderna, multifacetada e em crescimento. Enquanto novos bairros surgem, os antigos se transformam, de modo que cada vizinhança tem seu próprio caráter e estilo. Com mais de 680 mil habitantes, Oslo é conhecida por seus constantes investimentos em sustentabilidade, sendo que mais da metade de seu território é coberto por florestas e parques.

Premiada em 2019 como a ‘capital verde’ da Europa – honra concedida a uma cidade europeia com mais de 100 mil habitantes que tenha investido em estratégias e métodos que visem a melhorar as condições ambientais e contribuam para um futuro mais sustentável –, em Oslo tanto o governo quanto as empresas trabalham para reduzir a pegada de carbono; todas as novas construções têm um viés de desenvolvimento urbano sustentável; espaços de estacionamento de carros foram substituídos por pulmões verdes, bicicletários e praças, contribuindo para um ar mais limpo; além disso, há restaurantes como o Maaemo, que serve menus de degustação de primeira qualidade baseados em produtos locais e orgânicos. 

No verão (junho, julho e agosto), as escaladas são ótima opção, uma vez que a cidade abriga um dos maiores e melhores centros de escalada da Escandinávia, o Oslo Sommerpark. Com diferentes níveis de dificuldade, é possível escolher pequenas, médias e grandes faixas e, para os mais aventureiros, há a opção de saltar de Tigerspranget e sentir uma queda livre de 20 metros de altura.

Oslo é, por si só, um ambiente diverso e com muito a oferecer, ademais, graças às suas políticas de inclusão e valorização da sustentabilidade, a cidade cresce não só no que diz respeito ao número de habitantes e atrações, mas também em princípios e valores, dos quais as pessoas, a natureza e o ecossistema são sempre os pilares principais.

Trilhas

Na Noruega, você pode caminhar por praticamente aonde quiser. As atividades ao ar livre se tornaram uma parte importante da identidade nacional, e hoje são estabelecidas por lei. Fique à vontade para aproveitar o campo e respirar ar puro – contanto que você recolha o seu lixo e demonstre respeito pela natureza. Depois de um longo inverno, pessoas de todas as idades e classes sociais vão caminhar nas montanhas, na costa ou nas florestas. O cenário diverso, com trilhas demarcadas e atrações turísticas a paisagens selvagens, indomadas e míticas, deu à Noruega o merecido título de principal destino europeu para trilheiros. Alguns exemplos de trilhas clássicas (e desafiadoras) são Preikestolen, Trolltunga, Galdhøpiggen, Besseggen, e Romsdalseggen.

Essa famosas trilhas são visitadas por pessoas de todo o mundo, e tendem a ficar um pouco cheias nos fins de semana entre meados de junho e o fim de julho. No entanto, caso você decida fazê-las durante a semana, provavelmente vai encontrar menos pessoas e ter mais espaço para você mesmo. Ou você pode viajar quando a paisagem estiver pintada de vermelho, amarelo e laranja: no fim do verão e no outono. Nessa época, vai poder aproveitar o lindo cenário do país  praticamente sem ser incomodado.

Cultura

A cidade é rodeada por museus, galerias, restaurantes e eventos culturais, sendo possível percorrer toda a região a pé, de bicicleta ou por meio de seu eficiente transporte público. O Henie Onstad Centre é um dos principais centros de arte contemporânea, com uma ampla programa de exposições, música e atrações, além de uma coleção de arte e um grande parque de esculturas.

Se a opção do turista for visitar o destino, no inverno, é possível, dentre outras atividades, esquiar, praticar snowboard, patinar nas pistas de gelo e descer de trenó na pista mais famosa de Oslo, Korketrekkerenm. Caso você não esteja habituado aos esportes de inverno, a Oslo Vinterpark é uma escola de esqui que organiza cursos e aulas particulares – além de conter uma grande estância de esqui com 18 pistas de descida e 11 elevadores.

(Sabrina Moura é estagiária do jornal O Hoje sob orientação da editora do Essência, Flávia Popov)

 

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