21 de junho de 2018 - quinta-feira

Euro R$ {{cotacao.valores.EUR.valor| number:3}}    Dólar R$ {{cotacao.valores.USD.valor | number:3}}
{{tempo.cidade}}
{{tempo.previsoes[0].temperatura_min}}° MIN {{tempo.previsoes[0].temperatura_max}}° MÁX
Economia
ICMS
07/03/2018 | 06h00
Arrecadação de impostos cresce 7% neste ano
Governo espera que a arrecadação total este ano cresce 10% em comparação com 2017

A Secretaria da Fazenda (Sefaz) divulgou relatório que demonstra crescimento de 7,63% na arrecadação de ICMS nesses dois primeiros meses do ano quando comparado a janeiro e a fevereiro de 2017. Só de receitas próprias (ICMS, ITCD e IPVA) foram recolhidos aos cofres públicos mais de R$ 1,3 bilhão.

O superintendente executivo da Receita Estadual, Adonídio Neto Vieira Júnior ressalta que 2018 deve encerrar o ciclo de crise econômica vivido no País. “Nossa expectativa de crescimento de arrecadação é de 10% em comparação ao ano passado, e com os sinais de melhora da economia, temos conseguido aumentar a receita do ICMS continuamente”, explica Adonídio.

“Além dos sinais de reação da economia, fatores atípicos contribuíram para maior arrecadação em janeiro e fevereiro como foi o caso dos parcelamentos que recebemos em decorrência do programa de Negociação Fiscal do ano passado e da retomada de receitas do IPVA e ITCD”, afirma o superintendente.

O IPVA que cresceu 23,85% em fevereiro e no acumulado dos dois meses esse valor chega 27,14%. A arrecadação do imposto neste mês foi de aproximadamente R$ 74 milhões, e no ano passado esse valor foi de R$ 59 milhões. Também contribuiu para o bom resultado, o ITCD que registrou crescimento de 13,93% nesses dois primeiros meses do ano, tendo sido recolhidos aproximadamente R$ 17 milhões.


Indústria

Enquanto isso, a produção industrial brasileira caiu 2,4% em janeiro deste ano, na comparação com dezembro. Os dados da Pesquisa Industrial Mensal foram divulgados ontem (6), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A queda registrada foi a maior desde fevereiro de 2016 e interrompeu uma sequência de resultados positivos que já somava quatro meses. Nesse quadrimestre, o crescimento havia sido de 4,3%.

Em relação a janeiro de 2017, a produção industrial cresceu 5,7%. A variação positiva foi a nona consecutiva na comparação de um resultado mensal com o mesmo mês do ano anterior. Nos últimos 12 meses, a produção industrial brasileira acumula um crescimento de 2,8%.

A queda da indústria em relação a dezembro foi registrada entre os bens de capital (-0,3%), intermediários (-2,4%) e de consumo duráveis (-7,1%). Os semiduráveis e não duráveis tiveram variação positiva de 0,5%.

Segundo o IBGE, a queda teve um perfil generalizado, porque além de abranger essas três categorias econômicas, também se espalhou por 19 dos 24 ramos da indústria.

A principal influência negativa no resultado global foi verificada na indústria de veículos automotores, reboques e carrocerias (-7,6%). Também tiveram peso no resultado os setores de metalurgia (-4,1%), de produtos de borracha e de material plástico (-5,4%) e de produtos alimentícios (-1,1%).

Entre os ramos que mais aumentaram a produção, destacam-se o de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (21%), a indústria extrativa (2,2%) e a de bebidas (5%). A comparação do resultado de janeiro de 2018 com o mesmo mês de 2017 mostra que houve crescimento em 20 dos 26 ramos. Nesse cenário, a indústria de veículos automotores, reboques e carrocerias tem posição inversa e passa a exercer a principal influência positiva, com crescimento de 27,4%.

Frente ao primeiro mês de 2017, janeiro de 2018 também registrou crescimento em todas as categorias econômicas. A indústria de bens de capital cresceu 18,3% e a de bens de consumo duráveis, 20%.  

Tópicos:

Comentário

Comentários

Seja o primeiro a comentar

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie. Leia as perguntas mais frequentes para saber o que é impróprio ou ilegal.
(62) 3095-8700 / 3095-8722 (dp. comercial)