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Economia
Crescimento
09/03/2018 | 06h00
Goiás vai colher 21 mi de toneladas de grãos
Os dados são do 6º Levantamento da Safra de Grãos 2017/2018, divulgado nesta quinta-feira (8) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab)

A produção estimada da safra de grãos 2017/2018 em Goiás deverá ser de 21,6 milhões de toneladas, queda de 1,1% em relação à safra anterior. A área plantada registrou crescimento de 0,9%, mas os rendimentos das lavouras neste ano devem puxar o resultado para baixo, com queda estimada em 2% na produtividade média dos cultivos goianos. Os dados são do 6º Levantamento da Safra de Grãos 2017/2018, divulgado nesta quinta-feira (8) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

A soja, que ocupa a maior área plantada no estado, deve registrar resultado superior ao ano anterior, puxada principalmente pela elevação de 3,3% na área plantada – estimada em 3,38 milhões de hectares. A Conab avalia que a produtividade deve ser semelhante à do ano anterior, com cerca de 55 sacas por hectare. Dessa forma, a produção total da oleaginosa deve ficar em 11,17 milhões de toneladas, alta de 3,3%.

Até o momento cerca de 65% da área de soja já foi colhida no estado. “A demora na chegada das chuvas em outubro durante o plantio e os constantes volumes de chuva registrados nas últimas semanas de colheita fazem com que a colheita esteja um pouco mais atrasada em relação a 2017”, explica o analista técnico do Instituto para o Fortalecimento da Agropecuária de Goiás (Ifag), Cristiano Palavro.

No milho verão, os números divulgados pelo relatório não tiveram variações, mantendo a produção total de 1,69 milhão de toneladas, queda de 18,6%. Já para o milho safrinha, a Conab aponta expectativa de queda na área plantada de 4% em relação à safra passada, devendo ficar em torno de 1,21 milhão de hectares. “Por enquanto a produtividade esperada é a mesma da safra anterior, o que deve resultar numa produção total de 4% inferior ao resultado de 2017, com 7,26 milhões de toneladas”, aponta Palavro.

O analista aponta ainda que o plantio da safrinha em relação a outros estados produtores está mais lento, já que até o momento cerca de 85% da área esperada já foi cultivada. “Isso indica que quase um quinto da safrinha deve ser cultivada em um período de elevados riscos climáticos”, enfatiza.

Entre os demais produtos goianos, destaque para a elevação na produção esperada de sorgo (+6,7%), de algodão (+26,9%), de feijão (+6,5%) e as queda na produção de arroz (-1,4%) e de girassol (-13,1%). (Faeg) 

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