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Atlético Goianiense tem dois expulsos e empata com Athletico, em Goiânia

Postado em: 17-10-2020 às 21h00
Partida gerou fortes reclamações para o árbitro, que expulsou dois jogadores do Atlético Goianiense - Foto: Heber Gomes

Felipe André

Com muita reclamação e dois jogadores expulsos, o Atlético Goianiense ficou no empate contra o Athletico Paranaense por 1 a 1, na noite deste sábado (17), no estádio Olímpico. Zé Roberto abriu o placar para os donos da casa, enquanto Léo Cittadini deixou tudo igual.

O primeiro tempo teve um destaque, o árbitro Pablo Ramon. O jovem profissional que fazia a estreia nesta temporada na Série A tomou decisões que desagradaram os dois lados, mas principalmente os mandantes. A partida começou favorável para os visitantes, que pressionava a saída de bola do Atlético e apesar de não assustar o goleiro Jean, rondou a área da equipe goiana.

Aos 18 minutos o volante Willian Maranhão foi expulso. Em um lance sem bola, o jogador atleticano acertou o rosto de Carlos Eduardo. Minutos depois o árbitro Pablo Ramon marcou uma penalidade em cima de Zé Roberto, mas um impedimento foi assinalado, muito duvidoso, e a marcação cancelada.

O Atlético Goianiense se organizou, mesmo com um jogador a menos, e começou a correr menos perigo. Mesmo assim, Renato Kayzer quase abriu o placar, após escanteio cobrado o goleiro Jean errou na saída de bola e o atacante cabeceou para fora. O clima que já estava quente, ferveu aos 36 minutos. Éder deu um carrinho em Carlos Eduardo e foi expulso, mas com a revisão do VAR, Pablo Ramon cancelou o vermelho e só aplicou o amarelo. Faltas invertidas, falta de cartão para os visitantes e dois amarelos, para Matheus Vargas e João Victor, foram questionados ainda em campo.

Os donos da casa então contaram com duas estrelas, a do zagueiro João Victor que fez grande jogada pelo lado direito e cruzou a meia altura, e também do atacante Zé Roberto. O jogador que não havia marcado desde o retorno para a equipe goiana, completou o cruzamento com o peito e mandou para o fundo da rede, abrindo o placar.

Na saída para o intervalo, muita reclamação e cobrança com o árbitro. Os conselheiros do Atlético ofenderam o juíz e depois alguns funcionários do Athletico Paranaense, que não escutaram calados. O clima não estava nada amigável.

Na segunda etapa o Athletico Paranaense voltou mais organizado. A equipe não apresentou o mesmo nervosismo da primeira etapa e voltou a pressionar os donos da casa. Nikão que começou no banco, aproveitou o bote errado de Natanael, driblou o lateral e cruzou rasteiro para Léo Cittadini, de primeira, mandar para o fundo da rede e deixar tudo igual no Olímpico.

Os ânimos foram acalmados, o árbitro recebeu menos cobranças e a partida seguiu mais tranquila. Dentro de campo as oportunidades continuaram sendo criadas. Enquanto Santos fez grandes defesas de um lado, Jean manteve a regularidade da Série A e continuou salvando a equipe goiana em mais de uma oportunidade. Mas o placar não foi alterado.

A calmaria durou até os minutos finais do jogo, quando o árbitro expulsou Everton Felipe que estava no banco de reservas. Na próxima rodada o Atlético Goianiense recebe o Palmeiras, no domingo (25), no estádio Olímpico, às 16h (horário de Brasília). O Athletico Paranaense por sua vez recebe o Grêmio, na Arena da Baixada, no mesmo dia, mas às 18h15. 

FICHA TÉCNICA
Atlético-GO 1x1 Athletico-PR

Data: 17 de outubro, 2020
Horário: 19h (horário de Brasília)
Local: Estádio Olímpico, em Goiânia

Árbitro: Pablo Ramon Goncalves Pinheiro (RN)
Assistentes: Jean Marcio dos Santos (RN) e Vinicius Melo de Lima (RN)
Quarto árbitro: André Luiz de Freitas Castro (GO)

Gols: Zé Roberto (ACG) e Léo Cittadini (CAP)
Cartão vermelho: Willian Maranhão (ACG)

Atlético: Jean; Dudu, João Victor, Eder e Natanael; Willian Maranhão, Marlon Freitas e Chico (Frizzo); Matheus Vargas (Matheuzinho), Janderson (Arnaldo) e Zé Roberto (Hyuri). Técnico: Eduardo Souza

Athletico: Santos; Léo Gomes (Fabinho), Thiago Heleno, Pedro Henrique e Abner; Wellington (Richard), Christian e Léo Cittadini; Ravanelli (Bissoli), Carlos Eduardo (Nikão) e Kayzer (Geuvânio). Técnico: Eduardo Barros

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