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Mundo
CASO KHASHOGGI
06/12/2018 | 06h00
Turquia ordena detenção de dois funcionários por assassinato

O Ministério Público da Turquia ditou nesta quarta-feira (5) uma ordem de detenção contra dois altos funcionários da Arábia Saudita, Ahmed Asiri e Saud al Qahtani, por sua suposta vinculação com o assassinato do jornalista dissidente Jamal Khashoggi no consulado saudita em Istanbul, informou a emissora pública turca TRT.

A ordem de detenção contra os dois funcionários, supostamente próximos do príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman, indica que ambos tiveram responsabilidade no planejamento do assassinato, segundo a "TRT".

A agência turca Anadolu assinalou que o Ministério Público pediu a ordem de detenção de Qahtani e de Asiri e que um tribunal de Istambul a confirmou após avaliá-la.

Tanto Saud al Qahtani, um dos assessores considerados mais próximos do príncipe, como o general de brigada Ahmed Asiri, vice-diretor do serviço secreto saudita, foram destituídos de seus cargos em outubro por causa do escândalo causado pelo assassinato de Khashoggi.

O governo dos Estados Unidos impôs em novembro sanções a Qahtani, ao acusá-lo de fazer parte "do planejamento e da execução da operação que conduziu ao assassinato de Khashoggi", um jornalista saudita crítico com a monarquia sunita que vivia exilado nos Estados Unidos desde o ano passado.

Ahmed Asiri, no entanto, não está na lista das 17 pessoas sancionadas por Washington.

Uma equipe de 15 agentes sauditas, supostamente enviada por Qahtani, assassinou Khashoggi em 2 de outubro no consulado saudita em Istambul, depois que o jornalista compareceu ao recinto para recolher os documentos necessários para se casar com sua noiva turca.

Riad admitiu o homicídio, mas ainda não esclareceu o que aconteceu com o corpo.

O Ministério Público da Turquia declarou ter provas de que Khashoggi foi asfixiado e que seu corpo foi esquartejado para fazê-lo desaparecer, mas ainda não encontrou pistas que permitissem localizar os restos mortais do jornalista. (Agência Brasil)

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