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Política
Violência
16/02/2018 | 10h20
Michel Temer decreta intervenção militar na segurança pública do Rio de Janeiro
A decisão final do controle militar em prol do resguardo da população carioca, supostamente com durabilidade até o fim de 2018, ainda precisa ser aprovada no Congresso Nacional, em Brasília

Kamilla Lemes*

Após reunião emergencial, com ministros, no Palácio da Alvorada, o presidente da República, Michel Temer decretou, no fim da noite de ontem (15), a intervenção das forças armadas na segurança pública no Rio de Janeiro.

A decisão final do controle militar em prol do resguardo da população carioca, supostamente com durabilidade até o fim de 2018, ainda precisa ser aprovada no Congresso Nacional, em Brasília.  

Dependendo do veredito, isso pode interromper o projeto da Reforma Previdencial, que está em andamento e precisa de no mínimo, 308 votos para ser aprovada.

Por mais de 4 horas, Temer esteve reunido com o Governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, juntamente com o Ministro da Fazenda, Henrique Meireles, Moreira Franco, Ministro da Secretaria Geral da Presidência, presidente da Câmara, Rodrigo Maia que no momento foi contra a iniciativa, porém foi convencido por Pezão. Também,  Sergio Etchegoyen, do Gabinete de Segurança Pública e Torquato Jardim, Ministro da Justiça e Segurança Pública no Brasil participaram da conversa.

Motivação

A medida foi articulada devido à onda de crimes e violências no Rio, desde o inicio de 2018 e no carnaval. Favelas em guerra com policiais, tiroteios, assaltos, arrastões e assassinatos são um dos vários motivos que levaram Michel Temer à recorrer. Pezão afirmou em entrevista que houve carência no planejamento e que o estado não estava pronto para controlar a situação.

O decreto oficial está previsto para hoje (16), de acordo com Eunico Oliveira, presidente do Senado.

Kamilla Lemes faz parte do programa de estágio do Jornal O Hoje, sob supervisão de Naiara Gonçalves. 

Com informações do G1. (Foto: Reprodução)  

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