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Ser Do Bem
Atendimento especial
23/01/2018 | 06h00
Com bebê intolerante a lactose, mãe pede doações
Ela, que vive com a mãe e o irmão mais novo, conta uma vida de dificuldades. Nenhum dos três possui emprego

Três vezes por semana, Fabiana Trajano Cardoso, 32 anos, leva o pequeno Antonio Carlos, de 1 ano, ao Centro de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo, no Setor Negrão de Lima, em Goiânia. Ela enfrenta o trajeto de ônibus. É lá, das 8h às 9h30 da manhã, onde a criança recebe atendimento especial com atividades de fisioterapia e hidroginástica, prezando seu desenvolvimento. À espera de exames que confirmem a saúde da criança, Fabiana descobriu que o filho sofre de refluxo e intolerância a lactose.

Ela, que vive com a mãe e o irmão mais novo, conta uma vida de dificuldades. Nenhum dos três possui emprego. Ela, por sua vez, se dedica aos cuidados com o bebê enquanto o irmão, que sofre de esquizofrenia, cuida da mãe, portadora de uma hérnia de disco e recém operada de um nódulo na garganta. 

Sem condições de dar ao filho um carrinho de passeio, objeto que auxiliaria em sua locomoção na cidade, ela explica como a ajuda de amigos e parentes tem sido importante: “A dona de uma pamonharia próxima à nossa casa nos doou um carrinho, em estado de novo. Ele só não tinha o cinto, que consegui arranjar com sacrifício. Já ajuda muito, mas gostaria muito que meu bebê também pudesse ter um disco, já que ele já está grandinho, mas ainda não anda e penso que seria muito bom”. 

Em busca de doações de farinha láctea e remédios para gastrite, Fabiana diz sofrer junto à angústia do filho. Segundo ela, o gasto mensal com os produtos é de R$ 120 em média. “Todo mês compro duas latas de Nansoy e Suprasoy, dois tipos de mistura próprias para crianças que sofrem desse mal. Cada lata custa R$ 60 e na situação em que estamos, não temos a menor chance de fechar esta conta”. 

Além disso, a jovem explica que a tem passado por dificuldades com a família, encontrando-se em situação de carência. “Temos precisado de mantimentos em casa. Peço toda a ajuda possível. Será muito bem-vinda”. Para contribuir com um gesto de bondade, basta se dirigir ao endereço da família na Rua 202, quadra 45, lote 08, Setor Aeroporto Sul, Goiânia, ou ainda, entrar em contato com a própria Fabiana pelo telefone (62) 99284 4741. (Guilherme Araujo é estagiário do jornal O Hoje)  

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