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Ser Do Bem
Oportunidades
05/03/2018 | 06h00
Igualdade de gênero é essencial para cultura de paz, diz ONU Mulheres
De acordo com Daniely Gomiero, vice-presidente de projetos do Instituto Net Claro Embratel, do total de 126 formandos do curso em 2017, 60% são meninas

A igualdade de gênero é fator essencial para criar uma cultura de direitos humanos, paz e cidadania no Brasil, uma vez que os estereótipos são na maioria das vezes nocivos e limitam as oportunidades de meninos e meninas de ser o que quiserem e de realizar seus sonhos.

A avaliação é de Joana Chagas, gerente de programas da ONU Mulheres, que participou de debate no Rio de Janeiro sobre o papel da educação na formação do cidadão e na consolidação da paz, promovido pelo Instituto Net Claro Embratel.

“A educação é o fator mais transformador do indivíduo e da sociedade. A educação sozinha não vai transformar uma sociedade, mas a transformação não pode ocorrer sem educação”, disse Joana, dirigindo-se a uma plateia de formandos do projeto Dupla Escola, curso técnico profissionalizante em telecomunicações integrado ao ensino médio.

“E por que a igualdade de gênero é importante para uma cultura de direitos humanos, paz e cidadania? Porque a gente sabe que os estereótipos de gênero, que são aqueles papéis que a sociedade, a cultura, atribuem a homens e mulheres, são na maioria das vezes nocivos e limitam as oportunidades de meninos e meninas serem e realizarem seus sonhos”, disse.

Criado em 2014 pelo Instituto Net Claro Embratel em parceria com a Secretaria Municipal do Rio de Janeiro, a Fundação Xuxa Meneghel e a empresa Intel, o programa Dupla Escola formou sua segunda turma de técnicos e técnicas em telecomunicações, tendo como alunos adolescentes de baixa renda, moradores do subúrbio da capital fluminense.

De acordo com Daniely Gomiero, vice-presidente de projetos do Instituto Net Claro Embratel, do total de 126 formandos do curso em 2017, 60% são meninas. “Estou há 17 anos na empresa e, em 2001, eu era responsável pelo recrutamento e seleção. Contratei muitos técnicos e em nenhum processo seletivo havia mulheres. A velocidade da transformação foi muito rápida”, declarou a executiva.

Na plateia, algumas técnicas em telecomunicações pediram o microfone para contar casos de discriminação de gênero no trabalho e na família por terem escolhido uma profissão tradicionalmente ligada ao universo masculino.  

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