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sábado, 17 de janeiro de 2026
Levantamento

Goiás tem mais de 6,6 milhões de habitantes, diz IBGE

Levantamento divulgado ontem mostra crescimento da população goiana. No Brasil, o número de habitantes aumentou, mas
em índice menor

Redaçãopor Redação em 31 de agosto de 2016
Goiás tem mais de 6
Levantamento divulgado ontem mostra crescimento da população goiana. No Brasil

f7027ff8f9d42b977a0697cfd43144caKarla Araújo 

Estimativa publicada ontem (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que Goiás tem 6.695 milhões de habitantes, com taxa de crescimento de 1,28% entre 2015 e 2016. Em 2010, a população de Goiás era de 6.003.788 milhões de habitantes. Com 1.448.639 cidadãos, Goiânia segue como o município mais populoso do Estado. Aparecida de Goiânia também continua como a segunda cidade com mais habitantes, a estimativa do IBGE é que sejam 532.135 cidadãos. 
Ainda de acordo com o levantamento, estima-se que o Brasil tenha 206,1 milhões de habitantes, com taxa de crescimento de 0,80% entre 2015 e 2016. O índice é pouco menor que o registrado entre 2014 e 2015, de 0,83%. O pesquisador do IBGE, Daniel Ribeiro de Oliveira afirma que o aumento da população brasileira, mesmo que em escala menor, facilita o planejamento e aplicação de políticas públicas. “A diminuição da taxa de natalidade permite que os investimentos sejam mais efetivos”, explica o pesquisador.
Os municípios de Chapadão do Céu, Rio Verde e Cristalina estão entre os que mais cresceram no último ano – com índices de 3,07%, 2,38% e 1,95%, respectivamente – principalmente devido ao agronegócio, que atraiu trabalhadores para as regiões. O município de Alto Horizonte também registrou crescimento, com índice de 2,91%. O que puxou o aumento populacional neste caso foi a extração de minérios que, assim como o agronegócio, atrai mão de obra.
O levantamento do IBGE aponta ainda que a Região Metropolitana de Goiânia é a 12ª maior do Brasil, com 2.458.504 habitantes. A pesquisa mostra que a maior região metropolitana do Brasil é a de São Paulo, que tem mais de 21 milhões de habitantes, o que corresponde a 10,3% de toda a população brasileira. O estudo aponta que o município de São Paulo continua sendo o mais populoso do País, com 12 milhões de habitantes, seguido pelo do Rio de Janeiro (6,5 milhões de habitantes) e Salvador (cerca de 2,9 milhões de habitantes cada). 

Anhanguera é o menor município 

Com estimativa de 1.115 habitantes, Anhanguera é o município menos populoso de Goiás. O segundo com menor quantidade de habitantes é Cachoeira de Goiás (1.419 cidadãos), seguido por Lagoa Santa (1.463 habitantes). Oliveira afirma que os municípios com poucos habitantes têm como característica o decréscimo da população, pois o poder público não consegue investir em escolas de segundo grau e grandes empresas não se instalam, o que atrairia mão de obra. 
Diante do cenário, explica Oliveira, é comum que jovens deixem estes municípios para estudar em outras cidades. Entretanto, Lagoa Santa possui a particularidade de ser uma cidade turística devido às águas termais. “O município possui uma pequena economia própria. Isso nos faz acreditar que dificilmente terá redução populacional”, afirma o pesquisador. Neste ano, Lagoa Santa teve índice de crescimento populacional de 1,95%. Oliveira lembra que em municípios com poucos habitantes, a chegada de um número pequeno de novos cidadãos leva a alta variação de crescimento. 

Taxa de desocupação é de 11,6%, aponta pesquisa

O IBGE também divulgou ontem (30) pesquisa que aponta o índice de desocupação dos brasileiros registrado entre os meses de maio, junho e julho, que foi de 11,6%. O número é 0,4% menor que o registrado no trimestre móvel que vai de fevereiro a abril. Ainda de acordo com o IBGE, existem 11,8 milhões de pessoas desocupadas no Brasil. Os dados apontam que a população ocupada no Brasil é de 90,5 milhões, mas apenas 34,3 milhões trabalham com carteira assinada. Não houve variação significativa na quantidade de cidadãos empregados nos dois últimos trimestres móveis. 
Ainda de acordo com o levantamento do IBGE, o rendimento médio real dos brasileiros foi de R$ 1.985 entre maio e julho deste ano. O número é estável se comparado ao trimestre de fevereiro a abril de 2016, quando o valor estimado foi de R$ 1.997. Porém, a pesquisa aponta declínio de 3% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, quando o salário médio dos brasileiros era de R$ 2.048.

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