quinta-feira, 8 de outubro de 2026
Empregos

Brasil criou 34.253 novas vagas de emprego em maio

Goiás registra criação de 7,4 mil novas vagas de emprego em maio. Estado fechou o mês com desempenho positivo

Lucas de Godoipor em
Brasil criou 34.253 novas vagas de emprego em maio
Goiás registra criação de 7

Brasil criou 34.253 novas vagas de emprego em maio

Em maio, o mercado brasileiro abriu 34.253 novos postos de
trabalho, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados
(Caged), divulgados hoje (20/06) pelo Ministério do Trabalho. É o segundo mês
consecutivo, e a terceira vez no ano, em que o país registra mais vagas abertas
do que fechadas. Em abril, o país já havia criado 59.856 mil vagas de emprego
formal.

No acumulado do ano, o Caged contabiliza 48.543 postos de
trabalho a mais, após dois anos de saldo negativo para o período. De janeiro a
maio de 2016, o Caged havia registrado fechamento de 448.011 vagas e, no mesmo
período de 2015, 243.948 vagas foram suprimidas.

“Podemos constatar que a economia volta a dar sinais de
recuperação, e um dos sintomas fundamentais para comprovação da recuperação
econômica é a geração de emprego”, afirmou o ministro do Trabalho, Ronaldo
Nogueira, ao comentar o resultado.

Os setores que contribuíram com a criação de vagas formais
em maio foram agropecuária (46.049 novos postos), serviços (1.989 vagas),
indústria da transformação (1.433 vagas) e administração pública (955 novos
postos de trabalho).

Os setores que fecharam vagas formais foram comércio
(-11.254 postos), construção civil (-4.021), indústria extrativa mineral (-510
postos de trabalho). “Mesmo aqueles setores que apresentaram saldo negativo, se
você faz a comparação com 2016 e 2015, os números [indicando queda] são bem
menores”,declarou Ronaldo Nogueira.

Goiás

O mês de maio foi positivo para a geração de empregos no
estado de Goiás, que fechou o período com saldo positivo de 7.444 novos postos
de trabalho. Foi o terceiro melhor desempenho entre todos os estados. O saldo
foi gerado pela diferença entre 51.323 contratações e 43.879 desligamentos,
representando um crescimento de 0,61% em relação ao mês de abril.

O crescimento do mercado de trabalho goiano foi impulsionado
pelos setores da Indústria de Transformação (+3.094 postos), Serviços (+1.478
postos), Agropecuária (+1.319 postos), Construção Civil (+805 postos), Comércio
(+714 postos) e Extrativa Mineral (+86 postos).

Para o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, o crescimento
do emprego em Goiás é mais um reflexo da retomada do desenvolvimento do país.
“A criação de novas vagas na economia de Goiás mostra que as medidas econômicas
adotadas pelo governo federal estão dando resultado e o Brasil está voltando a
trilhar os caminhos do crescimento”, diz o ministro.

Setores

Dos oito principais setores da economia, quatro tiveram
desempenho positivo. O principal foi a Agropecuária, que gerou 46.049 novos
postos de trabalho, um crescimento de 2,95%. As culturas responsáveis por esse
resultado foram o café, sobretudo em Minas Gerais; a laranja, em São Paulo; e a
cana-de-açúcar, em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Os outros setores com performance positiva foram os
Serviços, que tiveram acréscimo de 1.989 postos (+0,01%); a Indústria de
Transformação, com 1.433 vagas a mais (+0,02%); e a Administração Pública, que
gerou 955 vagas formais (+0,11%). Tiveram saldo negativo o Comércio, que fechou
11.254 postos (-0,13%); a Construção Civil, com 4.021 vagas a menos (-0,18%); a
Indústria Extrativa Mineral, com resultado negativo de 510 postos (-0,26%); e
os Serviços Industriais de Utilidade Pública, que fecharam 387 vagas (-0,09%).

Regiões

A região que mais criou vagas formais em maio foi o Sudeste,
com 38.691 postos. Nessa parte do país, destacaram-se Minas Gerais, com saldo
positivo de 22.931 postos, e São Paulo, que criou 17.226 novas vagas.

Em segundo lugar, com maior crescimento de vagas entre as
regiões, ficou o Centro-Oeste, com 6.809 novos postos formais, seguido do
Nordeste, com 372 novas vagas.

Nas regiões Sul e Norte houve retração das vagas de
trabalho, com fechamento respectivo de 10.595 e 1.024 postos.

Fonte: Agência Brasil 

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