sábado, 7 de novembro de 2026
Ministério Público

Cachoeira terá que apresentar razões para ficar sem tornozeleira

Juiz ordenou que seja justificada a permanência sem o equipamento, que foi retirado após autorização judicial

Fernanda Martinspor em
Juiz ordenou que seja justificada a permanência sem o equipamento, que foi retirado após autorização judicial
Juiz ordenou que seja justificada a permanência sem o equipamento, que foi retirado após autorização judicial

Cachoeira terá que apresentar razões para ficar sem tornozeleira

Fernanda Martins

O Ministério Público (MP) de Goiás entrou com uma ação para que Carlos Augusto de Almeida Ramos, conhecido como Carlinhos Cachoeira, volte a ser monitorado por tornozeleira eletrônica. O juiz Oscar de Oliveira Sá Neto determinou, na terça-feira (11), que a defesa teria três dias para apresentar justificativas para mantê-lo sem o equipamento.

Cachoeira é condenado por fraudes na loteria carioca e cumpria prisão domiciliar. Usava a tornozeleira desde o mês de junho para trabalhar em uma empresa de distribuição de materiais hospitalares e farmacêuticos, em Aparecida de Goiânia. Em agosto foi atendido pedido da defesa para que o equipamento fosse retirado com alegações de que ele precisa fazer viagens a trabalho.

O recurso apresentado pelo MP alega que o trabalho que Cachoeira faz em outras unidades federativas pode ser exercido por procuração e por meios tecnológicos.  

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