quinta-feira, 14 de maio de 2026
Diversão

Os macaquinhos do Zoológico de Goiânia estão de casa nova após limpeza do lago

Ao todo foram reconstruídas seis ilhas para que esses animais tenha maior espaço e conforto.

Alexandre Paespor Alexandre Paes em 24 de novembro de 2021
Ao todo foram reconstruídas seis ilhas para que esses animais tenha maior espaço e conforto. | Foto: Divulgação
Ao todo foram reconstruídas seis ilhas para que esses animais tenha maior espaço e conforto. | Foto: Divulgação

No próximo domingo (28/11), as 10h, acontece a reinauguração da reforma do lago dos macacos, espaço destinado aos macacos do Parque Zoológico de Goiânia. O lago passou por um trabalho de desassoreamento, revitalização e ampliação.

Para abrigar os animais, a Agência de Turismo, Eventos e Lazer (Agetul) ampliou as seis ilhas existentes, a partir da obra de desassoreamento do lago e construiu equipamentos visando o bem-estar dos animais. As novas ilhas contêm plataformas, casinhas, postes com mangueiras de bombeiro e pontos de visualização, além do plantio de mudas de árvores do cerrado.

Seis macacos-aranha-de-cara-branca, três macacos-aranha-de-cara-preta, dois babuínos-verdes, um babuíno-sagrado e dois macacos siamangs foram realocados nas ilhas. A equipe de veterinários e biólogos do Zoológico realizou a soltura e os animais para que eles aproveitem os novos espaços.

Segundo o presidente da Agetul, Valdery Junior, foram investidos R$ 2 milhões na reforma do lago que foi, pela primeira vez, desassoreado. “Foi uma obra necessária. A situação do lago exigia o desassoreamento e aproveitamos para realizar melhorias nos espaços das ilhas, dando mais conforto e favorecendo o bem-estar dos animais”, informou Valdery Junior.

O prefeito de Goiânia Rogério Cruz comentou que a reforma mostra que os animais do Parque Zoológico desfrutam de espaços preparados para o bem-estar animal. “Esses novos espaços garantem aos primatas um ambiente de aconchego aos animais”, afirmou o prefeito.

Peixes

Para que a reforma fosse realizada, o Zoológico remanejou os animais temporariamente para um lago em outra parte do parque e, nesse processo, os agentes envolvidos na obra recolheram peixes com até 43 quilos. A transferência dos peixes para o segundo lago foi feita por funcionários da Agetul, Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma) e Escola de Veterinária da Universidade Federal de Goiás (UFG).

Alguns peixes que viviam há décadas no lago, serão mantidos no Lago 2 do parque. Agora, o presidente da Agetul informa que novas espécies nativas devem ser colocadas no lago reformado.

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