terça-feira, 23 de junho de 2026
Comissão Mista

Sabrina Garcez é designada relatora do Plano Diretor de Goiânia

Conforme adiantado pela reportagem do O Hoje, nos bastidores, o nome de Sabrina era tido como um dos mais prováveis para a relatoria da matéria. Isso porque a parlamentar é vista como uma das mais engajadas com as alterações inseridas no Plano

Felipe Cardosopor Felipe Cardoso em 8 de dezembro de 2021
Emendas deverão ser encaminhadas até a próxima terça-feira (29) para a presidente da CCJ, Sabrina Garcez. Foto: Câmara Municipal de Goiânia
Emendas deverão ser encaminhadas até a próxima terça-feira (29) para a presidente da CCJ, Sabrina Garcez. Foto: Câmara Municipal de Goiânia

A vereadora Sabrina Garcez (PSD) será a relatora da revisão do Plano Diretor de Goiânia na Comissão Mista. A parlamentar foi notificada na manhã desta quarta-feira, (08/12), da decisão tomada pelo vereador Cabo Senna (Patriota).

Conforme adiantado pela reportagem do O Hoje, nos bastidores, o nome de Sabrina era tido como um dos mais prováveis para a relatoria da matéria. Isso porque a parlamentar é vista como uma das mais engajadas com as alterações inseridas no Plano.

Sabrina também é uma veterana no Legislativo. Ela participou ativamente das discussões sobre a matéria ainda na legislatura passada quando o texto começou a tramitar. Além disso, Garcez compôs grupo de vereadores membros da Comissão Técnica responsável por analisar o Plano já na gestão de Rogério Cruz (Republicanos).

Como se não bastasse, a vereadora é vista como alguém articulada e de livre trânsito entre os colegas do Paço e da Câmara. Em entrevista recente, foi, inclusive, um dos nomes a considerar tempo hábil para a tramitação da revisão no Legislativo.

“É importante que fique claro que o projeto não começa a ser discutido agora, é uma matéria que vem sendo discutida desde 2017, está na Casa desde 2018, sempre com amplas discussões. À época em que fui presidente da CCJ, por exemplo, fizemos várias audiências para debatê-lo”, destacou.

Na sequência, disse acreditar que não se trata de uma tramitação “célere” e aproveitou para esclarecer sobre os prazos. Acredito que o fundamental é que tenhamos a oportunidade de continuar discutindo com muita transparência, claro, com a participação da sociedade. A expectativa é que possamos aprová-lo até o fim do ano, mas sem qualquer imposição, sem qualquer obrigatoriedade”, disse.

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