sexta-feira, 6 de novembro de 2026
Oitiva

CPMI do 8 de janeiro marca depoimento de general Heleno

O general era um dos ministros mais próximos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL)

Luan Monteiropor em
Brasília (DF) 01/06/2023 -  O General Augusto Heleno e o presidente da CPI, Chico Vigilante, durante CPI dos Atos Antidemocráticos aberta na Câmara Distrital do DF.   Foto José Cruz/Agência Brasil
Brasília (DF) 01/06/2023 - O General Augusto Heleno e o presidente da CPI, Chico Vigilante, durante CPI dos Atos Antidemocráticos aberta na Câmara Distrital do DF. Foto José Cruz/Agência Brasil

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) dos atos golpistas de 8 de janeiro marcou para a próxima terça-feira (26/9) o depoimento do ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno. O general era um dos ministros mais próximos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Este será o segundo depoimento que Heleno irá prestar à comissões sobre os atos. Em 1º de junho, o ex-ministro prestou depoimento na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) sobre os atos.

À época, o general afirmou que declarações dadas por ele enqautno ministro não tinham teor golpista. Ele também classificou os atos como “manifestações” e “demonstração de insatisfação”.

“Esse termo ‘golpe’ está sendo empregado com extrema vulgaridade”, afirmou o general no depoimento. “Eu acho que o tratamento que estão dando a essa palavra golpe não é um tratamento adequado”, defendeu o ex-ministro, acrescentando que “para ter um golpe precisa ter líder”.

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