‘Avatar: Fogo & Cinzas’ já é fenômeno? Veja os filmes de maior bilheteria
Com “Fogo e Cinzas” perto de US$ 1 bilhão, franquia reacende disputa entre os maiores filmes de todos os tempos
O desempenho de “Avatar: Fogo e Cinzas” nas bilheterias de fim de ano recoloca os filmes de grande orçamento no centro da conversa global sobre audiência, escala industrial e longevidade comercial. A terceira produção da franquia criada por James Cameron encerrou dezembro de 2025 com US$ 760 milhões arrecadados e projeção de cruzar a marca de US$ 1 bilhão antes do fim do ano, segundo dados do Box Office Mojo. O resultado confirma a força do cinema em um mercado cada vez mais pressionado pelo streaming.
Filmes e a corrida pelo bilhão nas bilheterias
O novo capítulo de Avatar não disputa apenas cifras: ele testa a capacidade de franquias consolidadas de manter tração ao longo de décadas. O primeiro “Avatar” (2009) segue como a maior bilheteria da história, com US$ 2,923 bilhões, enquanto “Avatar: O Caminho da Água” (2022) ocupa o terceiro lugar, com US$ 2,343 bilhões. A pergunta que se impõe é menos imediata — se “Fogo e Cinzas” alcançará seus antecessores — e mais estrutural: quantos filmes ainda conseguem sustentar lançamentos globais dessa magnitude?
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A seguir, o ranking atualizado dos filmes de maior bilheteria mundial, que ajuda a dimensionar o patamar que a nova produção precisa alcançar para entrar no grupo de elite:
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Avatar — US$ 2,923 bilhões
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Vingadores: Ultimato — US$ 2,799 bilhões
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Avatar: O Caminho da Água — US$ 2,343 bilhões
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Titanic — US$ 2,264 bilhões
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Ne Zha 2 — US$ 2,150 bilhões
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Star Wars: O Despertar da Força — US$ 2,071 bilhões
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Vingadores: Guerra Infinita — US$ 2,052 bilhões
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Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa — US$ 1,921 bilhão
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Divertida Mente 2 — US$ 1,698 bilhão
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Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros — US$ 1,671 bilhão
O ranking mostra que, apesar da fragmentação do consumo audiovisual, alguns filmes ainda concentram atenção global, combinando apelo tecnológico, narrativas reconhecíveis e estratégias de lançamento coordenadas. No caso de Avatar, o desempenho reforça um modelo que privilegia experiências imersivas em salas premium, mantendo o cinema como evento coletivo.
Se “Fogo e Cinzas” não repetir os números históricos dos dois primeiros títulos, o avanço rumo ao bilhão já o coloca entre os filmes mais relevantes da década. Em um mercado em transição, esse resultado ajuda a explicar por que grandes estúdios seguem apostando em franquias capazes de mobilizar públicos ao redor do mundo.
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