Captura Nicolás Maduro e esposa em operação dos EUA acompanhada ao vivo por Trump
Donald Trump afirmou ter assistido em tempo real a captura à força o líder venezuelano e sua esposa de Caracas na madrugada deste sábado
Na madrugada deste sábado (3), forças de elite dos Estados Unidos realizaram uma operação de grande escala em território venezuelano, resultando na captura do ditador Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. O casal foi surpreendido e retirado à força de seu quarto em Caracas por volta das 3h (horário de Brasília), em uma ação executada pela Força Delta, unidade de elite do Exército americano.
Detalhes da Incursão Militar A missão, descrita por especialistas em inteligência como de “velocidade impressionante”, contou com o apoio de tecnologia de rastreamento da CIA para localizar o paradeiro do líder venezuelano. Durante cerca de 90 minutos, a capital Caracas e os estados de Miranda, Aragua e La Guaira foram alvos de incursões aéreas e terrestres, com relatos de explosões, tremores e interrupção no fornecimento de energia elétrica. Testemunhas em cidades costeiras afirmaram que o céu ficou vermelho durante os bombardeios.
O presidente americano, Donald Trump, afirmou ter assistido à captura ao vivo através de transmissões feitas pelos agentes e comparou a experiência a “ver um programa televisivo”. Ele revelou ainda que o ataque estava planejado para ocorrer quatro dias antes, mas foi adiado devido às condições climáticas.
Transferência e Acusações Judiciais Após a captura, Maduro e Flores foram transportados de helicóptero até o navio de guerra USS Iwo Jima, que estava posicionado no Mar do Caribe. De acordo com Trump, o líder venezuelano está a caminho de Nova York, onde enfrentará processos judiciais no Distrito Sul de Nova York.

As principais acusações para a captura contra Maduro incluem:
- Narcoterrorismo.
- Conspiração para importação de cocaína.
- Posse de metralhadoras.
Contra o líder venezuelano pesava uma recompensa de 50 milhões de dólares oferecida pela justiça americana. Além das questões criminais, Trump mencionou que os EUA passarão a ter um “forte envolvimento” com a indústria petroleira da Venezuela, embora tenha ressaltado que a China continuará recebendo petróleo do país.
Reações Nacionais e Internacionais O governo da Venezuela reagiu prontamente, decretando emergência nacional e convocando a população para a “luta armada” contra o que classificou como “agressão imperialista”. A vice-presidente, Delcy Rodriguez, inicialmente afirmou desconhecer o paradeiro de Maduro, enquanto o ministro da Defesa, Vladimir Padrino, declarou resistência à presença de tropas estrangeiras.
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