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sábado, 17 de janeiro de 2026
Luto no jornalismo

Morre aos 32 anos o jornalista Erlan Bastos

Emissora confirma morte e destaca legado no jornalismo investigativo; causa não foi oficialmente divulgada

Renata Ferrazpor Renata Ferraz em 17 de janeiro de 2026
Erlan Bastos
Reprodução

O jornalista Erlan Bastos, de 32 anos, morreu na madrugada deste sábado (17), provocando forte comoção no meio jornalístico. A morte foi confirmada pela NC TV Amapá, emissora do Grupo Norte de Comunicação, onde ele apresentava o programa Bora Amapá. A causa do óbito não foi oficialmente divulgada pela família nem pela emissora.

Em nota, a NC TV Amapá lamentou a perda e ressaltou que, apesar do pouco tempo na equipe, Erlan deixou uma marca profunda. Segundo a emissora, o jornalista se destacou pela postura firme, fala direta e atuação incisiva no jornalismo investigativo, dando visibilidade a denúncias e estimulando reflexões sobre temas de interesse público.

A emissora também destacou que Erlan contribuiu para fortalecer o papel do jornalismo como instrumento de fiscalização, justiça e cidadania. Sua presença intensa, ainda de acordo com a nota, elevou o nível do debate público e reforçou a importância de um jornalismo independente e questionador no estado.

Há cerca de um mês, Erlan havia sido internado após apresentar fortes dores no peito e no abdômen, além de fraqueza intensa e episódios de suor frio durante uma transmissão ao vivo. Ele foi encaminhado ao Hospital de Emergência (HE), onde passou a receber cuidados médicos. Nos dias seguintes, seu quadro de saúde se agravou.

Informações apuradas indicam que o jornalista permaneceu internado por aproximadamente 15 dias, inicialmente no Amapá. O primeiro diagnóstico apontava tuberculose, que teria evoluído e atingido o estômago. Erlan chegou a ser levado à UTI, foi intubado e apresentava acúmulo de líquido no pulmão. Médicos também investigavam a possibilidade de câncer, que seria confirmada por exames que não chegaram a ser realizados.

Natural de Manaus, Erlan escolheu o Piauí como base de sua trajetória profissional, onde se consolidou como uma das vozes mais conhecidas do jornalismo local. Com forte presença nas redes sociais e passagens por importantes grupos de comunicação, transformou pautas regionais em temas de grande repercussão e chegou a receber o título de cidadão piauiense.

A morte precoce do jornalista gerou reações imediatas de colegas de imprensa, artistas, amigos e telespectadores. As homenagens nas redes sociais destacam não apenas sua carreira, mas o impacto humano de sua ausência, marcada por surpresa, incredulidade e pela sensação de que uma trajetória promissora foi interrompida cedo demais.

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