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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026
Mudança estrutural

CBF estuda reduzir número de rebaixados e acessos no Brasileirão 2027

Além da dança das cadeiras entre as divisões, a CBF prometeu atacar outros dois temas que dividem opiniões nos bastidores

Herbert Alencarpor Herbert Alencar em 6 de fevereiro de 2026
CBF
Foto: CBF

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) deu o primeiro passo para uma das mudanças mais significativas no regulamento do Campeonato Brasileiro das últimas duas décadas. Durante a reunião do Conselho Técnico nesta quinta-feira (5), os clubes da Série B foram oficialmente comunicados de que a entidade iniciará estudos para reduzir o número de rebaixados e, consequentemente, de acessos entre as divisões nacionais.

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O fim dos “quatro últimos”?

A proposta central, defendida por uma corrente de presidentes de clubes da Série A, é que o número de equipes rebaixadas caia de quatro para três. Desde 2004, o sistema de quatro quedas é o padrão do futebol brasileiro, tendo sido consolidado em 2006 quando a elite passou a contar com 20 clubes.

O novo presidente da CBF, Samir Xaud, e sua diretoria sinalizaram que a entidade vai “entrar de cabeça” no tema. O argumento dos defensores da mudança é garantir maior estabilidade financeira e técnica aos clubes, diminuindo o impacto econômico catastrófico que uma queda para a segunda divisão representa no atual cenário de ligas e direitos de transmissão.

Outras polêmicas no radar da CBF

Além da dança das cadeiras entre as divisões, a CBF prometeu atacar outros dois temas que dividem opiniões nos bastidores: 

Gramados Sintéticos: Após diversas reclamações de atletas e treinadores sobre o impacto físico e a dinâmica de jogo, o uso de grama artificial (como nos estádios de Palmeiras, Athletico-PR e Botafogo) será reavaliado. Há uma pressão para que se estabeleça um padrão de grama natural ou híbrida para a Série A.

Limite de estrangeiros: Atualmente, os clubes podem relacionar até nove jogadores estrangeiros por partida. No entanto, existe um movimento para reduzir esse número. O argumento é que o excesso de gringos estaria “travando” a revelação e a minutagem de jovens talentos das categorias de base brasileiras.

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