Goiás reclama tempo de descanso; FGF afirma que datas foram acordadas previamente
O presidente do Conselho Deliberativo do Goiás, Paulo Rogério Pinheiro, subiu o tom ao comparar a situação do Verdão com a do rival Vila Nova
O clima de decisão no Campeonato Goiano 2026 começou quente fora das quatro linhas. O Goiás Esporte Clube tornou pública sua insatisfação com o cronograma definido pela Federação Goiana de Futebol (FGF) para os duelos contra o Crac de Catalão. O líder da primeira fase contesta o curto intervalo de recuperação entre os jogos de ida e volta, alegando que a logística prejudica o rendimento dos atletas.
A bronca esmeraldina
O presidente do Conselho Deliberativo do Goiás, Paulo Rogério Pinheiro, subiu o tom ao comparar a situação do Verdão com a do rival Vila Nova. O dirigente argumenta que, por ter a melhor campanha, o clube deveria ter tido prioridade na escolha das datas para otimizar a logística de viagem até Catalão.
“Não faz sentido a gente viajar cerca de 300 quilômetros e ter menos tempo de recuperação, enquanto outro clube joga em uma cidade próxima e com um intervalo maior”, criticou Paulo Rogério, referindo-se ao intervalo de apenas 72 horas entre o primeiro e o segundo jogo.
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A resposta da Federação
A FGF, por meio de seu CEO André Pita, rebateu as críticas de forma direta. Segundo a entidade, o Goiás não apenas foi consultado, como foi o primeiro clube a dar o “ok” para o planejamento apresentado. Pita destacou que a montagem da tabela precisa equilibrar três fatores: televisão, segurança e consenso.