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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026
Cultura Musical

Festival Blues Goiânia amplia circuito instrumental em Goiás

Evento percorre quatro cidades e reúne músicos de diferentes vertentes da música instrumental

Luana Avelarpor Luana Avelar em 13 de fevereiro de 2026
Festival
Primeira etapa será realizada nos dias 20 e 21 de fevereiro em Trindade e Inhumas. Foto: divulgação

A terceira edição do Festival Blues Goiânia expande seu alcance em 2026 e passa a circular por quatro cidades goianas. A primeira etapa ocorre nos dias 20 e 21 de fevereiro, com apresentações em Trindade e Inhumas. Em Trindade, no Salão Paroquial Pe. Negri, sobem ao palco o duo Com a Corda Toda, formado por Pedro Braga e Luiz Chaffin, além do espetáculo “Negróide”, concebido por Edilson Morais. No dia seguinte, em Inhumas, no Goiaba Rock Clube, o Festival recebe novamente Com a Corda Toda e o músico Marcelo Maia.

A segunda fase do Festival seguirá por Goiânia, Cidade de Goiás e Pirenópolis, com nomes como Adriana Losi, André Mols, Dênio de Paula, Emídio Queiroz, Fabiano Chagas, Fred Valle, Ingrid Lobo, Patocan, Somcorrente e Walter Vilaça. O projeto conta com financiamento da Lei Goyazes e patrocínio da Harmonia Musical.

Festival
Foto: divulgação

Festival instrumental amplia repertórios

Apesar do blues no título, o Festival articula múltiplas vertentes instrumentais. Samba, choro, rock e jazz dividem espaço com o blues, compondo um panorama que privilegia músicos locais com trajetória consolidada.

O duo “A Corda Toda” percorre repertório que transita entre rock, baião, samba e clássicos da música brasileira. Já “Negróide” estabelece diálogo rítmico entre samba, salsa e candombe, investigando conexões estruturais das matrizes africanas nas Américas. Edilson Morais sintetiza a proposta: “Salsa, samba e outros ritmos caribenhos não são “gêneros diferentes”, mas retalhos da mesma manta africana que atravessou o Atlântico: os fragmentos podem estar espalhados, mas a linha que os une jamais se rompeu”.

No “Marcelo Maia Quarteto”, o baixista apresenta composições autorais com formação que inclui bateria, teclado e flauta transversal, evocando a produção instrumental da década de 1970.

Ao percorrer diferentes cidades e reunir trajetórias diversas, o Festival consolida-se como espaço de circulação da música instrumental no estado.

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