domingo, 22 de março de 2026
Educação

Goiás reduz analfabetismo adulto e amplia alcance de programa de alfabetização

Programa do governo mantém turmas em funcionamento em diversos municípios e registra avanço na redução do analfabetismo

Otavio Augustopor Otavio Augusto em 21 de março de 2026
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Foto: Divulgação

O programa Alfabetização e Família, desenvolvido pelo Governo de Goiás, segue em expansão e amplia o acesso à leitura e à escrita para jovens, adultos e idosos no estado. A iniciativa é executada pela Secretaria de Estado da Educação de Goiás, em articulação com o Goiás Social.

Desde a criação, em 2019, mais de 10,2 mil pessoas foram alfabetizadas. Além disso, o programa mantém turmas em diferentes municípios. Atualmente, há 91 turmas em funcionamento.

Redução do analfabetismo no estado

Dados da PNAD Contínua indicam que a taxa de analfabetismo em Goiás caiu 32,2% entre 2016 e 2023. Nesse contexto, políticas públicas voltadas à educação de jovens e adultos têm sido implementadas de forma contínua.

Goiás
Foto: Divulgação

De acordo com a gestão do programa, os resultados estão associados à ampliação do acesso à alfabetização em diferentes regiões. Além disso, a oferta de turmas regulares contribui para a permanência dos estudantes.

Estrutura e funcionamento do programa

As atividades são conduzidas por alfabetizadores bolsistas. Os profissionais devem ter formação em Pedagogia, licenciatura ou Magistério. Além disso, recebem capacitação e material didático.

Os estudantes também contam com suporte para o processo de aprendizagem. Entre os itens oferecidos estão uniforme, livros e kit escolar. Dessa forma, o programa busca garantir condições adequadas para o desenvolvimento das aulas.

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A iniciativa ocorre em parceria com prefeituras, secretarias municipais de educação e unidades do Centro de Referência de Assistência Social. As aulas podem ser realizadas em espaços comunitários, como associações, salões, igrejas e instituições de acolhimento.

Participação e acesso às turmas

O curso tem duração média de seis meses. As aulas ocorrem três vezes por semana, com encontros de duas horas. Além disso, as turmas são formadas mensalmente e contam com até 10 alunos, o que permite acompanhamento individualizado.

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A estudante Maria Evane, de 68 anos, relata a experiência de retorno à sala de aula. Segundo ela, a participação representa a retomada de um objetivo interrompido. O depoimento reforça a presença de alunos de diferentes faixas etárias no programa.

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Foto: Divulgação

Novas turmas são abertas todos os meses. Interessados podem buscar informações por telefone para localizar unidades próximas. Dessa forma, o programa mantém fluxo contínuo de atendimento.

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