Porão do Rock abre seletivas em 10 cidades para descobrir bandas que vão tocar no festival em maio
Circuito nacional passa por Goiânia, São Paulo, Rio de Janeiro e mais sete capitais; 12 bandas selecionadas sobem ao palco do evento marcado para os dias 22 e 23 de maio em Brasília
Um dos festivais mais tradicionais da música independente brasileira está em busca de novos talentos. O Porão do Rock lança em 2026 um circuito nacional de seletivas que passará por 10 cidades do país para selecionar as bandas que integrarão a programação do evento, marcado para os dias 22 e 23 de maio no estacionamento do Arena BRB, em Brasília.
Ao todo, 12 grupos serão escolhidos para subir ao Palco Seletivas durante o festival. As cidades participantes são Brasília, Goiânia, Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Belém, Recife, Fortaleza, Curitiba e Porto Alegre. Em Brasília, cidade-sede do evento, três bandas serão selecionadas, ampliando a presença da cena local na programação.
Como funciona o processo seletivo
A escolha das bandas acontece em três etapas. Na primeira, online, os grupos interessados se inscrevem no site oficial do festival e enviam materiais artísticos para avaliação de uma comissão de curadoria, que analisará diversidade estética, qualidade musical e representatividade das cenas locais.
Na segunda fase, as bandas classificadas participam das seletivas presenciais nas cidades participantes. Cada evento reúne 10 finalistas, que terão até 15 minutos de apresentação diante do público e de uma banca de jurados. As noites também contarão com a participação de uma banda convidada do line-up do Porão do Rock 2025 e uma banda madrinha, responsável pelo encerramento. A escolha das vencedoras será feita por um modelo híbrido que combina votação do público e avaliação técnica.
O que dizem os organizadores
Para Gustavo Sá, organizador e idealizador do festival, as seletivas são uma forma de aproximar o Porão das cenas locais e criar experiências reais para as bandas participantes. “O Porão sempre teve como essência abrir espaço para novas bandas e para a música autoral brasileira. Com as seletivas em várias cidades, conseguimos ampliar essa missão e conectar diferentes cenas do país ao festival”, afirma.
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