sexta-feira, 27 de março de 2026
Crime

Cantor é condenado por abuso sexual contra as próprias filhas no Pará

Cantor Bruno Mafra recebe condenação em primeira instância por abuso sexual

Otavio Augustopor Otavio Augusto em 27 de março de 2026
bruno mafra foi condenado por abusar das filhas
Foto: Divulgação

A Justiça do Pará condenou o cantor Bruno Mafra, da banda Bruno e Trio, por abuso sexual contra as duas filhas. A decisão foi proferida em primeira instância. Portanto, ainda cabe recurso.

A princípio, as denúncias foram apresentadas em 2019. Na ocasião, as vítimas, já adultas, relataram episódios ocorridos durante a infância. Segundo o processo, os fatos teriam acontecido entre 2007 e 2011, em Belém (PA), quando elas tinham menos de 14 anos.

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Foto: Divulgação

Denúncias e investigação

De acordo com os autos, os relatos indicam que os episódios ocorreram em diferentes ambientes. Entre os locais mencionados, estão a residência da família e um veículo. A partir dessas informações, foram iniciadas as investigações.

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Sendo assim, o processo foi instruído com base em depoimentos e outros elementos reunidos ao longo da apuração. As informações foram analisadas pelas autoridades responsáveis pela condução do caso.

Quem e o musico Bruno Mafra do grupo Bruno Trio condenado por estuprar as filhas
Foto: Divulgação

Decisão judicial

A Justiça entendeu que há elementos suficientes para comprovar autoria e materialidade. O entendimento se baseia no conjunto probatório apresentado durante o processo, com destaque para os depoimentos das vítimas.

Dessa forma, foi proferida a condenação em primeira instância. Ou seja, o caso ainda não possui decisão definitiva e pode ser analisado por instâncias superiores.

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Foto: Divulgação

Posicionamento da defesa do cantor

A defesa do cantor informou que pretende recorrer da decisão. Em nota, os advogados do cantor afirmaram que o processo ainda está em curso e que não há decisão definitiva.

Além disso, a equipe jurídica alegou a existência de possíveis violações ao devido processo legal. Segundo a defesa, tais questões podem comprometer a validade dos atos processuais e da decisão proferida.

Por fim, os advogados também manifestaram preocupação com a divulgação de informações sobre o caso. De acordo com a defesa, o processo tramita em sigilo, o que exige restrições legais quanto ao acesso e à divulgação de dados, com o objetivo de preservar a regularidade processual e os direitos das partes envolvidas.

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