terça-feira, 7 de abril de 2026
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Noites mal dormidas: goianienses estão entre os brasileiros que menos dormem

Dados mostram piora no sono e avanço da obesidade na capital, acendendo alerta para doenças

Bia Salespor Bia Sales em 7 de abril de 2026
Noites mal dormidas: goianienses estão entre os brasileiros que menos dormem
lém do sono ruim, Goiânia também acompanha o crescimento do excesso de peso entre adultos — uma tendência que vem se consolidando ao longo dos anos.(Imagem: Freepik)

Dormir mal tem se tornado cada vez mais comum entre os goianienses — e o impacto disso vai muito além do cansaço no dia seguinte.

Dados do sistema Vigitel, do Ministério da Saúde, apontam que Goiânia acompanha uma tendência preocupante nas capitais brasileiras: o aumento de adultos que dormem menos do que o recomendado.

Noites mal dormidas e consequências diretas

Dormir pouco ou mal está diretamente ligado a uma série de problemas de saúde, como:

  • aumento do estresse;
  • queda na imunidade;
  • maior risco de doenças crônicas;

E é justamente nesse ponto que outro dado chama atenção: a obesidade.

Obesidade em alta entre os goianienses

Além do sono ruim, Goiânia também acompanha o crescimento do excesso de peso entre adultos — uma tendência que vem se consolidando ao longo dos anos.

O Vigitel mostra que o avanço da obesidade segue como um dos principais desafios de saúde pública, associado a doenças como diabetes e problemas cardiovasculares.

A combinação entre sono insuficiente e ganho de peso agrava ainda mais o cenário.

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Estilo de vida preocupa

O levantamento também analisa fatores como alimentação e atividade física — e os resultados reforçam o alerta.

Apesar de avanços ao longo dos anos, a prática de exercícios ainda não é suficiente para equilibrar os riscos. Em 2024, cerca de 42,3% dos adultos nas capitais atingiram o nível recomendado de atividade física, o que indica que a maioria ainda está abaixo do ideal.

Além disso, o estudo aponta outros comportamentos que influenciam diretamente a saúde da população:

  • balimentação inadequada;
  • consumo de álcool;
  • tabagismo;
  • rotina sedentária;

Esses fatores, somados, aumentam o risco de doenças crônicas e sobrecarregam o sistema de saúde.

 

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