sábado, 5 de setembro de 2026
FALSIFICAÇÃO

Polícia fecha fábrica clandestina de produtos da WePink em SP

Treze pessoas foram presas em flagrante durante operação que apreendeu 230 caixas de produtos falsificados

Micael Mourapor em
WePink
Durante a operação, os agentes apreenderam 230 caixas de produtos prontos para comercialização Foto: Reprodução

A Polícia Civil fechou, nesta quarta-feira (2), uma fábrica clandestina de produtos falsificados da marca WePink, no bairro Jardim Mônica, em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo.

Durante a operação, os agentes apreenderam 230 caixas de produtos prontos para comercialização. Cada caixa continha 48 unidades de perfumes e body splashes falsificados da marca da influenciadora Virginia Fonseca.

Treze pessoas foram presas em flagrante enquanto produziam as mercadorias. Segundo a Polícia Civil, eram sete homens e seis mulheres.

Fábrica tinha estrutura para produção

De acordo com a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), a fábrica contava com uma estrutura ampla para a produção dos produtos, incluindo maquinários, insumos e outros equipamentos utilizados no processo.

No imóvel, foram apreendidas 14 máquinas, entre elas equipamentos utilizados para encher e rosquear frascos. Também foram encontrados esteiras transportadoras e seis reservatórios industriais, cada um com capacidade para mil litros de substâncias.

Os policiais apreenderam ainda mais de 30 baldes contendo 20 litros de essência cada, além de materiais de papelão utilizados na confecção de caixas, embalagens e tampas.

Um veículo e 15 celulares também foram recolhidos durante a ação.

Investigação começou após denúncia da WePink

Segundo a SSP-SP, as investigações começaram depois que a WePink apresentou uma notícia-crime à Polícia Civil.

Conforme a denúncia e as investigações, os cosméticos falsificados eram comercializados pelas redes sociais e também presencialmente na região central da capital paulista.

O caso foi registrado na 1ª Delegacia Seccional do Centro como associação criminosa, falsificação e adulteração de produtos terapêuticos e medicinais, além de localização e apreensão de veículo.

A Polícia Civil solicitou à Justiça a conversão das prisões em flagrante em preventivas.

Marca alerta consumidores

Após a operação, a WePink publicou um vídeo nas redes sociais e orientou os consumidores a comprarem os produtos somente pelos canais oficiais da marca.

Em nota, a empresa afirmou que os falsificadores copiavam informações, dados de fabricantes, lotes e outros detalhes dos produtos para fazer com que os consumidores acreditassem estar comprando mercadorias originais.

 

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A marca também alertou que, em produtos adquiridos fora dos canais oficiais, não é possível garantir a procedência, a autenticidade, as condições de produção e armazenamento ou o conteúdo das embalagens.

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Tags:
fábrica São Paulo WePink

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