O Hoje, O Melhor Conteúdo Online e Impresso, Notícias, Goiânia, Goiás Brasil e do Mundo - Skip to main content

sábado, 24 de janeiro de 2026

222, nº de Michelle, vai definir vaga de senador até em Goiás

Nilson Gomespor Nilson Gomes em 17 de janeiro de 2026
Michelle
Foto: Reprodução/ Instagram

A candidatura de Michelle Bolsonaro, presidente nacional do PL Mulher, ao Senado pelo Distrito Federal pode impactar bastante as eleições, inclusive, em Goiás (leia mais na página 7 desta edição). Os três maiores motivos são sua liderança nas pesquisas, o público evangélico e, acima de tudo, o voto fiel dos bolsonaristas. E chega ao marketing: seu número, que provavelmente vai ser o 222, deve ajudar decisivamente do lado de cá do quadradinho.

No período das campanhas, a de Brasília e a de Goiás se entrelaçam no Entorno. O material gráfico, os carros de som, o horário do TRE, as andanças dos cabos eleitorais, tudo é compartilhado em termos de aparição. Portanto, o 222 goiano ainda nem existe e já é um dos favoritos. A força de Michelle é tamanha que venceu o marido em 2022, quando duas ex-ministras do governo Bolsonaro se enfrentaram pela vaga aberta no Senado pelo DF – ele apoiou Flávia Arruda (383.541 votos) e ela, Damares Alves (644.904). Flávia, que tinha o mesmo 222, largou na frente, mas Damares, graças a sua madrinha, atropelou no fim.

Outra consequência de Michelle no DF é manter no PL a nominata para deputados distritais e federais. Se o partido ficasse sem representantes na chapa majoritária, é provável que o ex-governador José Roberto Arruda herdasse a turma toda no PSD. Com a ex-primeira-dama do Brasil pedindo o “vote nos 3” ao lado de Celina Leão para governadora e Ibaneis Rocha senador, haverá uma reviravolta de 360º na política do DF, ou seja, mantida como está. É como nas pesquisas: o eleitor diz que quer. 

 

Você tem WhatsApp ou Telegram? É só entrar em um dos canais de comunicação do O Hoje para receber, em primeira mão, nossas principais notícias e reportagens. Basta clicar aqui e escolher.