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terça-feira, 3 de fevereiro de 2026
Reviravolta

STJ reativa prisão de Oruam ao negar habeas corpus da defesa

Decisão do Superior Tribunal de Justiça derruba liberdade provisória e recoloca rapper sob risco imediato de detenção

Luana Avelarpor Luana Avelar em 3 de fevereiro de 2026
prisão de Oruam
Foto: Instagram

A situação jurídica do rapper Oruam voltou a se agravar após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) negar, na última segunda-feira (2), o habeas corpus apresentado por sua defesa. Com a decisão, a liminar que sustentava a liberdade provisória do artista desde 2025 perdeu validade, e a prisão de Oruam volta a produzir efeitos legais.

O julgamento ocorreu na Quinta Turma do STJ, sob relatoria do ministro Joel Ilan Paciornik. Ao analisar o mérito do pedido, o colegiado entendeu que permanecem os fundamentos que justificaram a decretação da prisão preventiva, afastando o argumento de constrangimento ilegal levantado pela defesa.

A Corte já expediu ofícios comunicando a decisão à 3ª Vara Criminal do Rio de Janeiro e ao Tribunal de Justiça estadual, etapa que viabiliza a retomada imediata das providências judiciais relacionadas à prisão de Oruam.

Prisão de Oruam volta ao centro do processo criminal

Oruam responde a uma ação penal por tentativa de homicídio qualificado, classificação que pesa na análise de medidas cautelares. Ele foi preso em julho de 2025 e obteve liberdade em setembro do mesmo ano, após decisão liminar que suspendeu temporariamente a ordem de prisão enquanto o habeas corpus aguardava julgamento definitivo.

Durante o período em liberdade, o rapper permaneceu submetido a restrições judiciais, como o uso de tornozeleira eletrônica e limitações de horários. Com a negativa do STJ, essas medidas perdem eficácia, uma vez que a prisão de Oruam volta a ser considerada juridicamente válida.

Comunicação antecipada acelera efeitos da decisão

Embora a publicação oficial do acórdão esteja prevista para esta quarta-feira (4), a ciência antecipada da decisão já foi certificada nos autos e comunicada aos advogados. Esse procedimento permite que a Justiça estadual atue antes mesmo da divulgação formal do julgamento.

Na prática, o entendimento do STJ encerra a análise do habeas corpus e restabelece integralmente a ordem de prisão preventiva. A execução da prisão de Oruam agora depende apenas dos trâmites administrativos e da eventual expedição de novo mandado.

Leia também: https://ohoje.com/2025/11/26/pt-nega-filiacao-de-oruam/

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