sexta-feira, 11 de setembro de 2026

1º a bater em Daniel vai com ele ao 2º turno e terá chance

Nilson Gomespor em
Daniel
O 1º que acertar Daniel pode ir com ele ao 2º turno, quando o jogo zera ambos têm chance. Os demais vão ficar falando abobrinhas e chorando a derrota Fotos: Hegôn Corrêa e Marcos Souza, Divulgação/PSDB, Edilson Rodrigues/Agência Senado e Marcos Kennedy/Alego

O vazamento de denúncias dos casos Master e INSS está ditando o ritmo da campanha presidencial. A média é de três notícias novas a cada dia, seja contra Lula (PT) ou Flávio Bolsonaro (PL). Já se sabe muito sobre os filhos de um e os irmãos do outro, além de detalhes sobre as suspeitas que pesam contra ambos. Enquanto isso, em Goiás, parece estar tudo maravilhoso. A oposição ao governador Daniel Vilela (MDB), cujo grupo está no poder desde 1977, investigou-o e nada encontrou, encontrou e está guardando ou nem investigou? Quer ganhar só falando “amém”? É preciso ir à luta. O 1º que acertar Daniel pode ir com ele ao 2º turno, quando o jogo zera ambos têm chance. Os demais vão ficar falando abobrinhas e chorando a derrota.

Ouve-se muita denúncia feita por integrantes das três campanhas adversárias de Daniel, as de Luis Cesar Bueno (PT), Marconi Perillo (PSDB) e Wilder Morais (PL). Quando se pede ao acusador para formalizar, a coragem some, além dos documentos. Bueno teve oito mandatos na Câmara de Goiânia e na Assembleia; Marconi foi deputado federal, senador e tetragovernador; Wilder é senador pela 2ª vez. Têm fontes, portanto. E por que não divulgam o que sabem?

Outro Daniel, o Vorcaro, dono do Banco Master, deu R$ 14,5 milhões para Marconi e R$ 61 milhões para fazer um filme sobre Jair Bolsonaro, padrinho político de Wilder. O entorno de Daniel e de seu governo teve problemas com a Polícia Federal e negócios com facções. E aí, os candidatos vão continuar fazendo vídeos fofos com efeitos em IA ou pretendem levar a campanha a sério?

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