4 projetos de Estado bem distintos entre si disputam o governo
O eleitor que proclamar a decisão por um dos candidatos a governador de Goiás e depois disser que mudou para outro está equivocado: ele não pulou do barco, entrou numa canoa furada. O motivo é a disparidade entre os projetos que, ao menos na aparência, os quatro favoritos carregam durante a campanha. Nenhum deles apresentou até agora sequer rascunho de plano de ação, mas do passado se extrai algumas ideias ou a falta delas.
Daniel Vilela (MDB), atualmente no cargo, quer se reeleger com as bandeiras que foram de seu pai, Maguito Vilela, governador em 1995 e 1998. Portanto, aguardem-se projetos sociais. O Maguito prefeito de Aparecida (2009 a 2016) foi novamente bem-sucedido, agora com muitas obras obtidas em Brasília. Eis o binômio do filho.
Marconi Perillo (PSDB) governou por quatro mandatos (1999-2006, 2011-2018) e fez obras diferentes, como universidade estadual, e iniciativas tecnológicas, como escolas específicas.
Wilder Morais (PL) é chamado de “senador dos livros”. Por isso, espera-se investimento em educação e cultura. Seu grupo, o bolsonarismo, é ligado à mineração e agropecuária.
Luis Cesar Bueno (PT) vai replicar em Goiás o que Lula fizer em Brasília. Caso seu presidente não se reeleja, terá problemas de governabilidade.
Achou pouco? É o que está à disposição. E é exatamente o que está em falta: disposição. (Especial para O HOJE)
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