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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Angústia de Gayer é bajulação a Caiado e Daniel ter sido vã

Nilson Gomespor Nilson Gomes em 18 de fevereiro de 2026
Gayer
Assessores do governador Ronaldo Caiado (PSD) e de seu vice, Daniel Vilela (MDB), diziam estar fartos do deputado federal Gustavo Gayer (PL) pedindo agenda Foto: Reprodução

Assessores do governador Ronaldo Caiado (PSD) e de seu vice, Daniel Vilela (MDB), diziam estar fartos do deputado federal Gustavo Gayer (PL) pedindo agenda. Perguntavam-se por que o autor de postagens tão difamantes a seus chefes “queria toda hora ir ao Palácio”. Angustiado para ser senador, Gayer engoliu as ofensas que regurgitou contra Caiado e Daniel, e ficou mais caiadista que os saudosos Seu Osmar do Detran e Quarta-Feira de Rubiataba – esses, sim, companheiros de verdade. Em vão. No sábado de Carnaval, quando o ex-presidente Jair Bolsonaro confirmou pela enésima vez a candidatura do senador Wilder Morais a governador, só restava a Gayer gravar mais um vídeo. Foi o que fez.

O presidenciável goiano odeia bajuladores, ainda mais os travestidos de independentes: “Se o sujeito traiu o grupo dele para se aproximar de mim, logo vai me trair para entrar em outra turma”. Gayer se diz fiel a Bolsonaro, o que é fácil, pois já o conheceu no auge e dele ganhou um mandato e milhões de seguidores. O caiadismo existe desde o século XVIII, o bolsonarismo começou com a derrocada de Dilma Rousseff. Aliás, quando Jair estava no Congresso se esforçando para livrar a economia brasileira da incompetência de Dilma, um de seus escudos era o líder da minoria no Senado, Wilder Morais, que só não foi ministro (2019-2022) porque ele e Caiado abriram mão para Tarcísio de Freitas e Luiz Henrique Mandetta. Nenhum deles sequer sabia quem era Gayer.

Os admiradores de Gayer, por ele ser bolsonarista, preferem a sua versão original, a que xingava Caiado e Daniel. Portanto, Jair e Wilder podem ter dado um livramento aos dois grupos, tanto ao governador e seu vice quanto ao deputado. (Especial para O HOJE)

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