Bueno, Daniel, Marconi e Wilder precisam salvar os rios goianos
Calorzão, né? Não culpe apenas El Niño, mas também El Gobernador, seja ele Daniel Vilela (MDB), Luis Cesar Bueno (PT), Marconi Perillo (PSDB) ou Wilder Morais (PL). Um deles vai ter de plantar árvores nas zonas urbanas, despoluir o Rio Meia Ponte, combater o assoreamento do Araguaia e baixar o calado do Paranaíba, além de salvar os cursos d’água menores que os enchem. O último investimento em algo parecido foi feito por Marconi, mas nem ele mesmo prosseguiu.
Em Goiânia, houve espasmos de arborização, mas depois de Pedro Ludovico Teixeira o que os políticos têm feito é incentivar a motosserra. PLT reservou para o centro da nova Capital, entre a Avenida Tocantins e o Teatro Inacabado, uma floresta como a da Tijuca (no Rio de Janeiro), com muitos animais silvestres, plantas e convivência entre homens, borboletas, pássaros. Planejou também um imenso lago, como o que depois JK faria em Brasília. Seria um Central Park, como o de Nova York. A especulação imobiliária acabou com tudo e o troco da natureza a população sente na pele. Está em tempo de retomar.
Programa social eficiente é também cuidar do clima, com as providências exigidas. Algo como plantar 100 árvores se quiser renovar licença de veículo, cada loteamento deixar metade da área intocada, mapear as nascentes destruídas e obrigar o infrator a recuperá-las em 30 dias. Aguardam-se os planos de governo de Daniel, Luis Cesar, Marconi e Wilder e espera-se que tenham o bom senso de incluir o ar e a água – a menos que achem que eles mesmos e seus eleitores vivem sem ambos. (Especial para O HOJE)
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