De 58 deputados goianos atuais, apenas 12 não serão reeleitos
Toda hora alguém mostra a O HOJE uma nominata de candidatos a deputado estadual e federal. O repórter pergunta qual o partido e geralmente não há. É assustadora a dinheirama de quem está nos 58 cargos. Só existe um entrave, no caso, para reeleição na Alego: o presidente Bruno Peixoto está lançando vereadores para dobrar com sua vontade de ir para Brasília e derrotar seus atuais colegas. No mais, sobram poucas vagas, calcula-se que uma dúzia.
Dos 41 estaduais, só vão perder os que errarem na filiação e os que Bruno vetar. Dos 17 federais, quem vai levantar para Bruno sentar? Silvye Alves pode não ter os 254.653 votos de 2022, mas resta o suficiente. Os municipalistas Célio Silveira (MDB), Magda Mofatto (PRD), Adriano Avelar (PP), Adriana Accorsi e Rubens Otoni (ambos do PT), Daniel Agrobom (PL) e Flávia Morais (PDT) mantiveram o ritmo de trabalho. Glaustin da Fokus (PSC) se confirma, mas outro ricaço, Professor Alcides (PL), não. Lêda Borges e Marussa Boldrin precisam trocar PSDB e MDB. Zacharias Calil (UB) e Gustavo Gayer (PL) sonham com o Senado.
Sobram ainda as vagas de Jeferson Rodrigues (Republicanos), abandonado pela Igreja Universal; José Nelto, que perdeu prefeitos importantes como o de Águas Lindas; Ismael Alexandrino, se continuar no PSD, pois Vanderlan Cardoso não está fazendo chapa. Dos novatos, são favoritos Delúbio Soares (PT), Hildo do Candango (PSC), Lucas do Vale (MDB), Pedro Sales e Fátima Gavioli (ambos do União Brasil). Dos que foram e querem voltar, olho no delegado Waldir Soares (UB). E só.
Viu por que está difícil fazer as nominatas? Não há vagas.