Desafio do cidadão nesta eleição será distinguir imagem real de IA
Entre os avanços tecnológicos e a utilização de plataformas digitais em todas as atividades humanas, a Inteligência Artificial (IA) é a que mais avançou. Mas é na campanha eleitoral deste ano que essa nova realidade será utilizada em profusão. Isto se forem tomados como exemplos algumas publicações geradas por IA, sejam vídeos, animais e pessoas que circulam nas plataformas digitais. Esses experimentos sinalizam que as campanhas políticas, seja individual ou dos partidos, essa ferramenta vai otimizar os processos de comunicação.
O realismo é tamanho que, mesmo indivíduos que têm dificuldade para se expressar, a IA capta sua voz e imagem que dificilmente alguém consegue perceber que é virtual. O sucesso é tão atraente que governos, empresas, políticos e mesmo cidadãos comuns adotaram a IA como ferramenta na criação de vídeos e para melhorar a comunicação em seus grupos de convivência. Especialistas como o sociólogo e marqueteiro político Marcelo Senise, craque na aplicação de IA na comunicação política, tem repetido em artigos e palestras que “a campanha política tradicional morreu”.
Esse alerta serve para que o cidadão fique atento no que recebe como informação, Embora a Justiça Eleitoral tenha regras e seja rigorosa na fiscalização, o cidadão será o principal alvo das fake news. Além disso, esta eleição de 4 de outubro será um marco na ruptura da polarização lulopetismo contra bolsonarismo. Se vencer um candidato de direita, em 2030 não haverá mais Lula e muito menos Bolsonaro.
Kajuru pede desculpas a Marconi
Circula nas redes sociais vídeo postado pelo senador Jorge Kajuru (PSB) em que ele pede desculpas ao ex-governador Marconi Perillo (PSDB). “Tenho revisto a minha vida através da psicanálise e principalmente através de Deus, de Nossa Senhora da Aparecida, da qual eu sou devoto, e de minha mãe, aqui tatuada, a Dona Zezé, que me ensinou que não vale a pena nessa vida você viver só com inimizades.” Afirma que não tem nenhuma vergonha de abrir o coração e diz que errou muito ao criticar Marconi. “Eu cometi injustiças com ele. A Justiça hoje está mostrando que eu estava errado em relação ao que me falavam sobre o Marconi Perillo.”
“Não viramos amigos”
Kajuru repete que “não significa que eu e ele viramos amigos, até porque nós nunca fomos amigos de cozinha, mas temos que nos respeitar, conviver e fazer o mesmo com o nosso próximo”. “É isso que eu queria dizer do fundo do meu coração, em nome de Deus, a você Marconi, seja feliz, que Deus te abençoe.”
Marqueteiro 22
Márcio Lima é o responsável pela estratégia de marketing do ‘Rota 22’, programa de reuniões e encontros do PL em Goiás. Ele foi contratado pelo PL nacional e a Fundação Álvaro do Vale com o apoio do presidente do diretório regional do PL e pré-candidato a governador de Goiás, Wilder Morais. Márcio vai coordenar as estratégias de marketing e comunicação do projeto Rota 22 em Goiás.
Influência americana
Lula (PT) está preocupado. Tem convicção de que os Estados Unidos tentarão influenciar a eleição no Brasil, seja por declarações públicas de Donald Trump em favor de candidatos, seja pelo papel das big techs na circulação de conteúdos de direita nas redes sociais.
Teste de fogo
Se Lula recorrer a Alexandre de Moraes para combater conteúdos de direita nas redes sociais, com derrubadas e multas a big techs, o ministro pode voltar a ser sancionado pela Lei Magnitsky. A retirada foi um voto de confiança. E a eleição de 2026 será o teste de fogo.
Democracia para quem? – PT, PSOL, PCdoB e PSTU decidiram criar uma frente de solidariedade à Venezuela. Se o TSE aplicasse a Lei nº 9.096, no artigo 2º, com o mesmo rigor adotado contra a direita, iniciativas desse tipo renderiam punições severas.