Gayer rompe com Fred e apoia Ismael Alexandrino para federal
Pode-se afirmar que o deputado federal Gustavo Gayer aprontou uma diáspora no próprio partido
Ainda não é oficial, pois pisam em ovos nas conversas sobre os outros, mas pode-se afirmar que o deputado federal Gustavo Gayer agiu como os esquerdistas que combate: aprontou uma diáspora no próprio partido, o PL. Seus candidatos são de outras siglas. Está com Daniel Vilela, do MDB, para governador, e com Gracinha Caiado, do União Brasil, para sua companheira ao Senado. Isso não é novidade. O que não se sabia era de sua mais recente rusga, agora com Fred Rodrigues, que ficou em 2° lugar para prefeito de Goiânia em 2024. Gayer está na campanha de reeleição de Ismael Alexandrino, do PSD, que ganhou notoriedade como secretário de Saúde em Goiás no 1° mandato de Ronaldo Caiado.
Fred havia perdido para vereador quando foi adotado por Gayer, que o catapultou a deputado estadual. Perdeu o mandato por questões burocráticas, nada de pilantragem. O mesmo ocorreu com Gabriela Rodart, que Gayer colocou na Câmara de Goiânia em 2020. Ela foi cassada também sem roubar. Os dois se afastaram do deputado federal.
Não é a primeira vez que Gayer planeja chegar aos cargos mais solitário que a Taenia solium. Em 2018, agiu na base do eu sozinho, sem se esforçar por seus majoritários no Estado, Vitor Hugo a governador (perdeu) e Wilder Morais a senador (ganhou).
A grande dúvida é quanto ao presidenciável, pois o grupo de Gayer está com Ronaldo Caiado (PSD) e o PL lançou Flávio Bolsonaro (PL). Aguarde obscenas dos próximos capítulos, pois pela amizade de Gayer com Jair, é possível que fique com Flávio. (Especial para O HOJE)