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domingo, 11 de janeiro de 2026

Gestão Paulo do Vale ampliou PIB de Rio Verde e superou Anápolis

Wilson Silvestrepor Wilson Silvestre em 23 de dezembro de 2025
Paulo do Vale
Ilustração: Takeshi Gondo

A cada pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre o desempenho econômico e social do País, mais as pessoas se conscientizam que o Brasil real se encontra nos municípios. Na mais recente divulgação do ranking das cidades com os maiores PIBs em Goiás, Rio Verde se destaca como uma das que mais cresceu nos últimos anos. Ultrapassou Anápolis, cidade industrializada e com um grande polo farmoquímico. No entanto, enquanto Rio Verde alcançou um PIB de R$ 22,3 bilhões, Anápolis ficou abaixo de R$ 20,4 bilhões.

Mas o que está por trás dessa pujança econômica de Rio Verde se deve a alguns fatores relevantes. Município de terras propícias ao cultivo de variadas culturas, uma eficaz gestão pública, educação de qualidade com universidades, parcerias entre empresários e o poder público. Graças a esse conjunto de combinações, o desenvolvimento econômico e social segue uma trajetória de ascensão. Sem contar que, historicamente, Rio Verde elege bons gestores e conta com um Legislativo comprometido com o bem-estar de todos.

Entretanto, desde 2016, quando foi eleito pela primeira vez prefeito pelo antigo DEM, Paulo Vale focou no desenvolvimento do município. Na época, o PIB era de R$ 8,6 bilhões e no final de seu segundo mandato em 2024 entregou R$ 22,3 bilhões. “Desde que me tornei prefeito, meu único objetivo sempre foi transformar nossa cidade em um lugar muito melhor para se viver.” Esse tem sido o seu mantra. Entretanto, Paulo não para por aí e vê com satisfação o trabalho de seu sucessor, Wellington Carrijo (MDB), assim como Paulo médico. “Somos um grupo político que busca avançar nas conquistas sociais, econômicas, qualidade de vida e busca incessante pelo conhecimento por meio de uma educação acima da média”, conta Carrijo.

Musculatura eleitoral da base
Atualmente na função de secretário de Governo na Prefeitura de Rio Verde, Paulo do Vale dedica seus finais de semana para ampliar a base política do grupo que tem o ex-prefeito como candidato a deputado estadual e o filho, Lucas do Vale, a federal (MDB). Mas, sempre que tem espaço na agenda, recebe lideranças de outras regiões do Estado. “Nosso objetivo é fortalecer e ampliar nosso grupo político”, tem dito nas reuniões.

Não é bem assim
O presidente da Faeg, José Mário Schreiner (MDB), não deve apoiar um único candidato a deputado federal ou estadual, mas montar um “chapão” com diversos postulantes. Aliados próximos a ele acreditam que só após o governador Ronaldo Caiado (União Brasil) definir o nome do vice, definir o partido que Zé Mário deve se filiar, ele sairá a campo. Até lá, vai formar um grupo competitivo politicamente.

Racha no Centrão
No Piauí, Lula (PT) se aliou ao presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, para tentar barrar a reeleição de Ciro Nogueira (PP), lançando Júlio César (PSD) ao Senado. O episódio marca o primeiro racha no Centrão, consequência da pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL). Enquanto isso, sem Tarcísio de Freitas (Republicanos) no jogo, o bloco tende a se fragmentar e a priorizar a disputa por cadeiras no Congresso.

Racha no PSB
A possível ida de Aava Santiago (PSDB) para o PSB abriu disputa pela presidência estadual do partido em Goiás. Aava chega prestigiada por Lula (PT) e avalizada por Geraldo Alckmin. Por outro lado, Elias Vaz tenta se manter no cargo apoiado na proximidade com João Campos. O embate reflete o novo cenário imposto pela cláusula de barreira, que reduziu o número de partidos e elevou o valor estratégico do controle das legendas que sobreviveram.

Menos partidos
A cláusula de barreira deve provocar a maior reorganização partidária desde a redemocratização. A tendência é a consolidação de PT e PL nos polos, MDB e PSD no centro e União Brasil, Progressistas e Republicanos à direita. Com menos partidos, fortalecem-se as siglas e, sobretudo, seus líderes, que passam a concentrar mais poder político.

O ‘guardião’ – A partir de 12 de janeiro, o ‘guardião da democracia’ Alexandre de Morais (STF) assume a presidência da Corte durante o recesso do Judiciário. Por ser o presidente do STF, o ministro Edson Fachin sai por 15 dias durante o recesso.

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