Início mostra horário eleitoral caro (R$ 1 bi), mau usado e será inútil
O Horário Gratuito é muitíssimo caro: o deste ano, atualizando, deve passar de R$ 1 bilhão, que não é tirado dos Fundões Partidário nem Eleitoral, mas de renúncia fiscal
O Horário Gratuito é muitíssimo caro: o deste ano, atualizando, deve passar de R$ 1 bilhão, que não é tirado dos Fundões Partidário nem Eleitoral, mas de renúncia fiscal. Justificam essa gastança na conta da democracia, em nome da qual se cometem injustiças e crimes a torto, a direito e à esquerda. O HOJE viu os programas eleitorais desta sexta-feira (28), a estreia do tal Horário do TRE. Na média, são o lixo de sempre, não educam, não conscientizam, nada trazem de proveito, portanto, mais um dinheiro perdido. Deveriam ter sido extirpados desde a expansão da internet, porém, falta coragem aos políticos.
Observem-se os três principais candidatos a governador. Maior prejudicado, Wilder Morais (PL) tem bela história de vida, mas não a mostrou na estreia. E seus candidatos a deputado repetem nas pílulas o erro das ruas: não se referem a Wilder ou a seu número. Daniel Vilela (MDB) saiu-se com uma narração de futebol, área em que atuou como atleta, mas não como gestor: privatizou o Estádio Serra Dourada por 10% do que vale e torrou R$ 250 milhões na reforma do autódromo, que começou avaliada por R$ 50 milhões, multiplicou por 500% e o asfalto não aguenta sequer menino brincando de patinete, esfarinha todo. Marconi Perillo (PSDB) é o Enéas de 2026, só que, ao contrário do sábio barbuda, jogou seu tempo fora ao relembrar o passado, que não rende voto. Precisa fazer oposição ou vai acumular a 3ª derrota seguida.
Assim, novamente o horário, de tão ruim, terá influência zero na urna e esta eleição será resolvida como as anteriores: comprando voto. (Especial para O HOJE)
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