Mesmo sem Flávio, Goiás pode ter Ministério da Segurança
Como Lula foi reeleito, pode ser que o cargo se mantenha no Estado, com a deputada federal campeã de votos em 2026, Adriana Accorsi (de Itapuranga)
O Ministério da Justiça é o mais velho e mais nobre da República no Brasil. Continua forte e imponente, apesar de o esfaquearem, tirando nacos como o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, ocupado desde abril por Janine Mello (de Anápolis). O MJ foi comandado por dois goianos, Iris Rezende (Cristianópolis) e Alfredo Nasser (Caiapônia). Agora, houve fortes conversas de que iria para Ronaldo Caiado (também de Anápolis) em caso de vitória de Flávio Bolsonaro. Como Lula foi reeleito, pode ser que o cargo se mantenha no Estado, com a deputada federal campeã de votos em 2026, Adriana Accorsi (de Itapuranga), que esteve cotada antes de se candidatar a prefeita de Goiânia, em 2024.
A maior possibilidade é a Justiça ser redividida com Segurança Pública, que iria para Adriana. Um grande amigo de Lula, Delúbio Soares (Buriti Alegre), ficou na 2ª suplência, atrás do 1º, Edward Madureira (Goiânia), além do outro federal reeleito, Rubens Otoni (Goianésia). Com Adriana ministra, Delúbio ficaria a um passo do paraíso. Quem também esteve na bica para entrar no 1º escalão de Lula foi Aava Santiago, que nasceu em Barra do Garças, território goiano tomado pelo Mato Grosso, teve 123.311 votos e não se elegeu deputada federal porque seu partido, o PSB, não alcançou o número mínimo. Outro colega de Aava no PSB e no PSDB, José Eliton, apoiou o PT nas últimas três eleições para presidente. Como foi secretário de Segurança Pública e governador, também está cotado para a pasta a ser recriada.
Em resumo, mais uma vez a Justiça ou no mínimo a Segurança Pública pode ficar com Goiás, que cansou de pastinha de elástico e quer logo uma 007 com chave e cadeado. (Especial para O HOJE)
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