Coluna

Mofatto garante PR na base e critica postura de Lúcia Vânia

Publicado por: Sheyla Sousa | Postado em: 19 de julho de 2018

A deputada federal e comandante efetiva do PR em Goiás,
Magda Mofatto, nega a possibilidade de que seu partido possa passar pela
porteira aberta pelo PROS, do deputado estadual Lincoln Tejota, e se juntar à
boiada que pretende arrebanhar o pré-candidato Ronaldo Caiado (DEM). 

Aliados do
senador citavam o ditado de que ‘em porteira por que passa boi, passa boiada’, ao
considerar que as legendas mais próximas da aliança com o democrata seriam PR e
PDT, também vindos da base governista. “Os pré-candidatos do DEM e do MDB são
pessoas íntegras, que merecem respeito e tudo mais. A nossa decisão em
princípio é estar com o governo. A minha vontade, claro, é estar com o
governo”, considera a deputada. 

Sobre a articulação na base, Magda aponta que a
chapa majoritária ainda tem a vice e segunda vaga ao Senado em aberto. “Para o
Senado ainda tem discussão e Lúcia Vânia é muito radical. As colocações que ela
faz, de que não entra em disputa, são antipáticas e humildade cabe em qualquer
lugar”, detonou Magda.

Entrosamento

As críticas da deputada têm origem na falta de entrosamento
da senadora nas conversas conjuntas realizadas entre PTB, PR e PSD para a
definição da chapa majoritária junto ao PSDB, com José Eliton e Marconi
Perillo.

Fora do pleito

Depois considerar o Senado, Magda Mofatto se retirou do
processo e busca pela reeleição. “Lúcia Vânia quer a vaga sem disputar. Não sei
se por direito ou porque acha que é melhor do que os outros”, afirmou Magda à
Rádio Sagres 730.

Procura-se

Pesquisa realizada pelo instituto Grupom divulgada ontem mostra
o perfil de governador procurado pelos eleitores para administrar o Estado de
Goiás, com olhos na votação do dia 7 de outubro. Dos 861 entrevistados entre os
dias 8 e 12 de julho, 57,1% informaram que desejam um político “honesto, com
conhecimento de administração e dos direitos humanos”. 

Outros 17,3% optaram por
votar em políticos que já conhecem e 11,6% apontam que escolheriam um
“empresário bem sucedido, honesto, extremamente empreendedor e capacitado”. O
número diminuiu quando a opção apresentada pelo instituto se restringe aos
candidatos militares. Nesta opção, “militar de carreira, com conhecimento de
administração pública e direitos humanos”, optaram apenas 8,4%. 

Os outros 5,6%
dos entrevistados responderam que ainda vão analisar melhor os candidatos. A
pesquisa está registrada sob o protocolo GO-05405/2018 no Tribunal Regional
Eleitoral (TRE-GO). O nível de confiança é de 95% e a margem de erro é de 3,34%
para mais ou para menos. 

CURTAS

Concorrência
Com quase 22 mil candidatos, o concurso para delegado substituto tem concorrência
de 219 candidatos por vaga. Prova objetiva no dia 12 de agosto.

Isenção – Do
total de inscritos, 6.721 são remanescentes do último concurso e não pagaram
inscrição. O último certame foi anulado por tentativa de fraude nas provas.

Música – A Orquestra
Filarmônica apresenta, gratuitamente, o “Piquenique da Filarmônica”, durante o
II Festival Arte e Cultura. Domingo, às 17h.

Confiança

Henrique Meirelles diz estar seguro de que será de fato o
escolhido pelo MDB para disputar as eleições presidenciais deste ano. Segundo o
anapolino, já haveria uma “vasta maioria” dentro do partido pela sua indicação.

Nada concreto

O ex-ministro da Fazenda minimizou a falta de qualquer
anúncio de parceria em sua chapa até o momento. E considerou que as
possibilidades de que o MDB apoie outro nome são “apenas intenções”.

De encontro

Em direção oposta à prática do próprio partido, Meirelles
defende autonomia das agências reguladoras como medida fundamental para
desenvolver o transporte sobre trilhos. O MDB defende incorporação de vagas de
diretorias nas autarquias.

Transparência míope

A Secretaria de Segurança Pública de Goiás (SSP-GO) voltou a
publicar as estatísticas de criminalidade no site – www.ssp.go.gov.br. A suspensão
teria ocorrido por “erro de carga do programa, que provocou inconsistência nos
números”.

Reforma

O pré-candidato do PDT à presidência, Ciro Gomes, amenizou
em reunião com empresários seu discurso em relação à reforma trabalhista. Ciro
afirmou que não ´pe contra uma reforma, mas que é contrário à matéria aprovada
pelo atual governo.

Recuo forçado

O pedetista havia prometido revogar o texto caso vença as
eleições. “Não sou contra reforma, sou contra esta que, sem embargo de coisas
boas, tem problemas. Ela trouxe ao mundo uma insegurança jurídica e insegurança
econômica”.

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