O dinheiro viajou?
Fundador da Carbyne Investimentos, companhia que teve o fundo Mercados Privados com suas contas e demonstrações contábeis reprovadas em assembleia geral de cotistas este ano, Filipe Pires Cerqueira Caldas – genro do empresário Americo Buaiz Filho – é apontado hoje como um dos principais executivos do Fundo Apex Partners. Buaiz, que comanda a Rede Vitória de Comunicação, era o maior acionista individual da Apex Partners até o início de agosto, quando a empresa afastou dois executivos e anunciou ter identificado “inconsistências financeiras” – coisa de R$ 1 bilhão que orbitam em algum lugar. Na plataforma de investimentos, Caldas é CIO, ou Diretor de investimentos, encarregado de gerir os fundos da Carbyne relacionados à Apex. O genro de Buaiz aparece como um dos signatários do acordo entre Apex e CVC, negociação que deu aos capixabas cerca de 15% da famosa operadora de viagens. Neste caso, sua relevância decorre não de participação individual na gigante de viagens, mas da posição que ocupa tanto na Carbyne (responsável pela gestão de fundos da Apex), quanto na própria plataforma de investimentos. As duas companhias atuavam em bloco dentro da CVC. A Coluna não conseguiu contato com os citados por ora.
Dia D
Fundador da Carbyne Investimentos, companhia que teve o fundo Mercados Privados com suas contas e demonstrações contábeis reprovadas em assembleia geral de cotistas este ano, Filipe Pires Cerqueira Caldas – genro do empresário Americo Buaiz Filho – é apontado hoje como um dos principais executivos do Fundo Apex Partners. Buaiz, que comanda a Rede Vitória de Comunicação, era o maior acionista individual da Apex Partners até o início de agosto, quando a empresa afastou dois executivos e anunciou ter identificado “inconsistências financeiras” – coisa de R$ 1 bilhão que orbitam em algum lugar. Na plataforma de investimentos, Caldas é CIO, ou Diretor de investimentos, encarregado de gerir os fundos da Carbyne relacionados à Apex. O genro de Buaiz aparece como um dos signatários do acordo entre Apex e CVC, negociação que deu aos capixabas cerca de 15% da famosa operadora de viagens. Neste caso, sua relevância decorre não de participação individual na gigante de viagens, mas da posição que ocupa tanto na Carbyne (responsável pela gestão de fundos da Apex), quanto na própria plataforma de investimentos. As duas companhias atuavam em bloco dentro da CVC. A Coluna não conseguiu contato com os citados por ora.
Acorda, CVM
Todo o cenário se funde com um bastidor caliente da CVM, cuja Corregedoria do órgão investiga o superintendente de Registro de Valores Mobiliários, Luis M. Sono. Dia 11 de maio ele teria participado de reunião sigilosa com advogados desses fundos que questionam a obrigatoriedade da OPA na Oncoclínicas. E isso foi no mesmo dia em que Sono endossou posição contrária ao recurso dos minoritários que exigem a Oferta.
Vargas & Co.
Ex-líder de Lula e Dilma Rouseff, André Vargas preso na Lava Jato – tenta voltar à Câmara dos Deputados com apoio da turma de sempre. O advogado Michel Saliba Oliveira (que foi preso há anos suspeito de negociatas contra Eletrobrás e Petrobras) doou R$ 40 mil ao petista. O ex-diretor da Funcef apadrinhado por Vargas, Carlos Borges, depositou modestos R$ 5 mil para a campanha do amigo paranaense.
Vaquinha eleitoral
Ex-líder de Lula e Dilma Rouseff, André Vargas preso na Lava Jato – tenta voltar à Câmara dos Deputados com apoio da turma de sempre. O advogado Michel Saliba Oliveira (que foi preso há anos suspeito de negociatas contra Eletrobrás e Petrobras) doou R$ 40 mil ao petista. O ex-diretor da Funcef apadrinhado por Vargas, Carlos Borges, depositou modestos R$ 5 mil para a campanha do amigo paranaense.
Pix é do Brasil!
Ex-líder de Lula e Dilma Rouseff, André Vargas preso na Lava Jato – tenta voltar à Câmara dos Deputados com apoio da turma de sempre. O advogado Michel Saliba Oliveira (que foi preso há anos suspeito de negociatas contra Eletrobrás e Petrobras) doou R$ 40 mil ao petista. O ex-diretor da Funcef apadrinhado por Vargas, Carlos Borges, depositou modestos R$ 5 mil para a campanha do amigo paranaense.
Edital iCS
As inscrições para o edital do Instituto Clima e Sociedade sobre mudanças climáticas se encerram no dia 31/8. A chamada, de R$ 4 milhões, selecionará cerca de 10 propostas com o tema “Comunicação para Ação Climática no Brasil”. Cada um receberá de R$ 200 mil a R$ 500 mil. Stand-up comedy, podcasts, experiências imersivas, intervenções urbanas e produções culturais serão valorizados. Informações: tinyurl.com/2jv9d4zp. (Especial para O HOJE)
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