País vai às urnas em meio a uma democracia capenga
Neste domingo (4), mais de 158 milhões de brasileiros aptos a votar poderão escolher o presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais. Esse é um dos direitos quase sacros numa democracia, mas nem sempre os eleitos cumprem o compromisso feito junto ao cidadão quando buscam o voto. Para a maioria das pessoas, o problema é que, no Brasil, a ideologia de esquerda dividiu o País e a maioria das instituições foi aparelhada pela esquerda. A Suprema Corte se tornou política e se aliou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), pesando a mão da Justiça só para o lado do Executivo.
Para piorar o estado de coisas ‘anormais’, somos a única entre as maiores economias do mundo que ainda trata o voto como obrigação, não como direito. O resultado está à vista de todos. Uma grande parcela do eleitorado vai às urnas não por convicção, mas por obrigação. Boa parte desses brasileiros ainda troca o voto por uma cesta básica ou um botijão de gás, como se democracia fosse sinônimo de supermercado em promoção.
Não dá mais para tratar essa anomalia como normal ou cultural, pois os reflexos desse ‘descompromisso’ democrático está na porta de quase 100 milhões de brasileiros. Os números atestam esse desastre resultante de más escolhas ou negligência com a cidadania. Os eleitores chegam às urnas neste primeiro turno com 51% da população adulta endividada, 41% dos brasileiros expostos à presença de facções criminosas, 60% dos jovens sem saber o básico de matemática e cerca de 90 milhões de pessoas sem acesso à coleta de esgoto. Cabe agora, portanto, a você, eleitor, decidir se continua com os mesmos representantes que nos trouxeram até aqui ou se aposta no diferente, na tentativa de que um dia o Brasil deixe de ser refém do pacto político de 1988.
‘Juristocracia’ a serviço da esquerda
Tratada como livro sagrado por parte da intelectualidade jurídica, a Constituição é ironicamente a grande responsável por nos trazer até aqui. Ao constitucionalizar absolutamente tudo, deu ao Supremo poder para dar a palavra final sobre qualquer assunto relevante do País. Por conta dessa colcha de retalhos jurídicos, o STF transformou o regime democrático em ‘juristocracia’ a serviço de um pensamento político único, a serviço da esquerda.
Carreatas de Marconi
“Estou pronto para honrar mais uma vez a confiança do povo goiano e, juntos, vamos com fé e trabalho fazer Goiás gigante de novo.” Esse tem sido o mantra de Marconi Perillo (PSDB) em sua caminhada para conquistar novamente o Governo de Goiás. Neste sábado (3), último dia de campanha, Marconi comanda duas carreatas. A primeira em Aparecida de Goiânia, com concentração na Unifan, e a segunda em sua terra natal, Palmeiras de Goiás, às 11h30.
Caiado desidrata
A um dia do primeiro turno, Ronaldo Caiado (PSD) coleciona mais uma baixa partidária na sua candidatura presidencial. Agora foi a vez do candidato ao Governo de Santa Catarina João Rodrigues (PSD) declarar apoio a Flávio Bolsonaro (PL).
Sem prestígio
Nesta reta final de campanha, Ricardo Cappelli (PSB-DF), candidato a governador do DF, pode espernear o quanto quiser que sua campanha recebeu menos dinheiro do que candidatos a deputado federal do partido, mas para o PSB superar a cláusula de barreira vale mais do que insistir num candidato que patina nas pesquisas.
Wilder presente – Nesta sexta-feira (2), o candidato ao Governo de Goiás pelo PL, Wilder Morais, participou de carreatas em Nerópolis, Anápolis e Quirinópolis. “Em todas cidades, as manifestações mostraram que a população apoia nossas propostas”, disse o senador à coluna.
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